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Sampaoli vê “erro grave” em caso Gustavo Henrique e diz que não sabia de Autuori no Santos

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       O técnico Jorge Sampaoli(foto)  criticou a demora da diretoria do Santos  para a renovação do contrato do zagueiro Gustavo Henrique,  titular absoluto do Peixe que poderá assinar um pré-contrato com qualquer equipe a partir do mês que vem.
 
      Sampaoli classificou como um "erro gravíssimo" a situação ter chegado a este ponto e afirmou que "a história do Santos será diferente quando houver planejamento".
 
      – Essa conversa é do presidente. Foi um erro gravíssimo não renovar até o último momento com jogador tão importante. Tem crescimento enorme. Não decido, mas a história do Santos será diferente quando houver planejamento– afirmou Sampaoli.
 
      Gustavo Henrique tem contrato com o Santos até o dia 31 de janeiro de 2020. A partir do fim deste mês (seis antes de o vínculo terminar), ele pode assinar um pré-acordo com qualquer equipe e deixar o Peixe de graça em fevereiro.
 
      Nesta semana, o Santos contratou o ex-técnico Paulo Autuori para a função de diretor de futebol.  Basicamente, ele será o "homem-forte" do futebol e ficará responsável por todas as categorias do clube (masculino,  feminino e base).  O contrato vai até o fim de 2020.
 
     Sampaoli  afirmou que não foi consultado pela chegada do dirigente, mas que espera que ele melhore o planejamento do clube.
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Medalhistas prestigiam Festival Paralímpico, que ocorre neste sábado

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Marcado para este sábado (4), das 8h30 às 12h (horário de Brasília), em 70 cidades de 25 estados do país e do Distrito Federal, o Festival Paralímpico terá a participação de atletas medalhistas nas Paralimpíadas do Rio de Janeiro, em 2016, e de Tóquio (Japão), entre agosto e setembro deste ano. O evento propicia a experimentação de esportes paralímpicos a crianças e adolescentes de oito a 17 anos, com ou sem deficiência.

O Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo, é a sede que terá mais medalhistas prestigiando o Festival. Os velocistas Vinícius Rodrigues e Verônica Hipólito, a lançadora de dardo Raíssa Rocha e a judoca Lúcia Teixeira tiveram presença confirmada pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), que organiza o evento.

“Já participei de dois Festivais e a energia é muito boa. Saio até mais recarregado que as crianças. É um momento bacana. E é importante às crianças estarmos ali, brincando com elas, pois se ela tiver acesso ao atleta que vê na televisão, tê-lo ao seu lado acaba motivando”, comentou Vinícius, medalhista de prata nos cem metros da classe T63 (amputação unilateral) na capital japonesa.

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A cidade do Rio de Janeiro terá núcleos no Centro de Educação Física Almirante Adalberto Nunes (Cefan) e no Vasco da Gama. O primeiro terá a presença do arremessador de peso Wallace dos Santos, ouro em Tóquio na classe F55 (cadeirantes). No segundo, o medalhista participante será o nadador Douglas Matera, da classe S13 (baixa visão), prata nos Jogos deste ano no revezamento 4×100 metros nado livre.

O nadador Gabriel Geraldo, campeão na classe S2 (atletas com grau severo de comprometimento físico-motor), será atração na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), em Belo Horizonte. No Instituto dos Cegos da Paraíba Adalgisa Cunha, em João Pessoa, estarão presentes o velocista Petrúcio Ferreira, da classe T47 (amputados de braço), e o jogador de futebol de 5 (deficientes visuais) Damião Ramos, ambos medalhistas de ouro tanto no Rio como em Tóquio.

Cada sede oferecerá três modalidades para serem experimentadas. A ideia é que os materiais utilizados nas atividades sejam adaptados, servindo de exemplo para que professores de escolas regulares integrem alunos com deficiência em práticas esportivas.

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“Inclusão vai muito além de construir rampas. Inclusão é também colocar pessoas com e sem deficiência no mesmo ambiente praticando de forma igualitária”, resumiu Luiza Fiorese, medalhista de bronze em Tóquio no vôlei sentado, que participará do evento na Associação Colatinense de e para a Pessoa Com Deficiência Visual (ACDV), em Colatina (ES).

O Festival seria realizado em 22 de setembro, Dia Nacional do Atleta Paralímpico, mas foi adiado devido à pandemia de coronavírus (covid-19), mesma razão pela qual não ocorreu em 2020, e foi remarcado na sequência do Dia Internacional da Pessoa com Deficiência, celebrado na última sexta-feira (3). A primeira edição ocorreu em 2018 e reuniu cerca de sete mil crianças e adolescentes em 48 cidades. Em 2019, mais de dez mil jovens foram mobilizados em 70 sedes.

Edição: Fábio Lisboa

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