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Série B: VAR anula gol nos acréscimos e Cruzeiro empata com Operário

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Em duelo entre clubes que ocupam o meio da tabela da Série B do Campeonato Brasileiro, Cruzeiro e Operário-PR empataram por 1 a 1 na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas (MG). A partida desta quinta-feira (16) valeu pela 24ª rodada da competição.

O confronto teve dois protagonistas. Um deles foi o goleiro Simão, que salvou o Fantasma da derrota fora de casa, principalmente na etapa final. O outro foi a arbitragem de vídeo (VAR), cujas intervenções alteraram duas decisões de campo. A última delas nos acréscimos do segundo tempo, levando à invalidação do gol que daria a vitória à Raposa.

O empate não ajuda a ninguém na briga pelo acesso à Série A. O Operário aparece em nono lugar, com 34 pontos, quatro mais que o Cruzeiro, que está em 12º. Ambos podem cair na tabela na sequência da rodada, que termina no sábado (18). Os paranaenses chegaram ao quarto jogo sem vitória. Os mineiros estão invictos há dez partidas, mas não têm conseguido emplacar uma sequência de triunfos.

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Os anfitriões saíram na frente aos 16 minutos do primeiro tempo. O lateral Fabiano tentou conduzir a bola de cabeça na área, mas a deixou escapar nos pés do meia Claudinho, que encobriu Simão. A resposta do Operário teve auxílio do VAR, que identificou uma penalidade do zagueiro Eduardo Brock no meia Djalma Silva. Após rever o lance, o árbitro Rodrigo Dalonso Ferreira marcou a infração. O atacante Paulo Sérgio bateu o pênalti e deixou tudo igual.

O Cruzeiro voltou melhor do intervalo, mas encontrou em Simão um paredão. O goleiro salvou o Operário em pelo menos quatro ocasiões. A primeira em tentativa do atacante Wellington Nem, logo no começo do segundo tempo. Aos 17 minutos, o camisa 1 do Fantasma defendeu, no ângulo, um chute do volante Adriano. Aos 36, evitou duas vezes (uma delas com o pé) que o atacante Marcelo Moreno recolocasse a Raposa à frente. Quatro minutos depois, ele ainda voltou a levar a melhor sobre o camisa 9.

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A insistência celeste quase foi recompensada no fim. No último dos sete minutos de acréscimo, Moreno recebeu do meia Giovanni na entrada da área e finalizou no canto de Simão. Seria o 2 a 1. Uma confusão entre atletas e comissões técnicas teve início, com a expulsão do técnico cruzeirense, Vanderlei Luxemburgo. O lance do gol foi longamente analisado pelo VAR, que viu um toque de mão de Giovanni. Após 11 minutos de paralisação, o árbitro foi chamado para conferir o vídeo, anulando a jogada em seguida, para revolta do time da casa.

Os mineiros voltam a campo neste domingo (19), às 16h (horário de Brasília), para encarar o Vasco em São Januário, no Rio de Janeiro. O Operário descansa e só tem compromisso na próxima quarta-feira (22), contra a Ponte Preta, no estádio Germano Krüger, em Ponta Grossa (PR). As partidas valem pela 25ª rodada da Série B.

Edição: Fábio Lisboa

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Série B: Vasco sai na frente nos Aflitos, mas cede empate ao Náutico

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Sexto colocado na Série B, o Vasco saiu na frente contra o Náutico no Estádio dos Aflitos neste domingo (24), mas cedeu ao empate em 2 a 2, e adiou a aproximação do G4, a zona de classificação que garante o retorno à Série A do Campeonato Brasileiro. O Cruzmaltino soma agora 47 pontos, cinco a menos que o Goiás, quarto colocado na tabela. Já o Timbu viu interrompida uma sequência de três vitórias seguidas: ocupa a nona posição, 45 pontos. 

Jogando em casa, com a torcida a seu lado, o Náutico começou pressionando o adversário carioca, mas desperdiçou boas chances de abrir o placar em casa.  E o primeiro gol saiu do lado rival, aos oito minutos, após bobeada do zagueiro Rafael Ribeiro, na intermediária. Atento, o meia Nenê não perdoou: viu o goleiro do Timbu fora do gol e mandou um chute certeiro, inaugurando o marcador nos Aflitos. 

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O Náutico continuou ofensivo, mas o Cruzmaltino foi mais eficiente: ampliou aos 18 minutos,  com  Germán Cano. A jogada que resultou no segundo gol dos cariocas, começou com um lindo toque de calcanhar de Nenê para Marquinhos Gabriel, que rolou para o atacate mandar para o fundo da rede. 

Atrás no placar, o Náutico foi todo para o ataque e diminuiu a diferença no placar aos 26 minutos, com Vinícius, que veio de trás, subiu mais alto que o zagueiro Valber, e cabeceou certeiro para o fundo da rede, após cruzamento de Hereda. 

Após o intervalo, o time da casa sufocou a equipe carioca. E aos 12 minutos igualou o placar, novamente de cabeça, desta vez do zagueiro Yago, também em jogada de bola parada. O gol de empate do Timbu saiu após Jean Carlos levantar a bola em cobrança de falta e Yago cabecear livre. 

E chances não faltaram para o Timbu virar o placar nos Aflitos, principalmente com cruzamentos dentro da grande área vascaína. Numa dessas oportunidades, Matheus Jesus quase deixou o seu, mas a bola acertou a rede pelo lado de fora. O time da casa seguiu dominando a bola em campo. Já no fim, o  Vasco esboçou uma reação. A melhor chance foi uma bomba que Léo Jabá arriscou de longe, mas a bola passou por cima do gol, e a partida terminou mesmo em 2 a 2. 

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Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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