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Tênis brasileiro em cadeira de rodas volta a competir após seis meses

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Nesta quarta-feira (16), tem início o Toyota Open International, na Ilha de Ré (França), o primeiro torneio envolvendo tenistas brasileiros em cadeira de rodas, após seis meses de paralisação por causa da pandemia do novo coronavírus (covid-19). O país será representado pelo mineiro Daniel Rodrigues e pelo catarinense Ymanitu Silva, que viajaram no último domingo (13).

O circuito mundial foi  reaberto na última quinta (10) com o US Open, em Nova York (Estados Unidos). Ainda na França, a dupla brasileira disputará o Aberto da Riviera, a partir do próximo dia dia 28. São as únicas competições previstas para setembro, segundo a Federação Internacional de Tênis (ITF, sigla em inglês).

Apesar de competirem por categorias diferentes, Ymanitu e Daniel chegaram a treinar juntos em Itajaí (SC), em julho. O catarinense, 10º colocado no ranking mundial na classe quad (atletas com deficiência em três ou mais regiões do corpo) e que integra a equipe fixa de uma academia em Itajai (SC), conseguiu manter uma rotina menos restritiva de treinos, apesar da pandemia. O mineiro, 11º do mundo na classe open (tenistas com deficiência nos membros inferiores) masculina, ficou quatro meses sem conseguir treinar e precisa adaptar a rotina.

Daniel Rodrigues - tênis em cadeira de rodasDaniel Rodrigues - tênis em cadeira de rodas

O mineiro Daniel Rodrigues, 11º do mundo na classe open masculina, ficou quatro meses sem conseguir treinar e precisou adaptar a rotina. – Douglas MagnoExemplus/CPB/Direitos Reservados

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“Fiquei 20 dias em Itajaí, porque em Belo Horizonte estava tudo fechado. Quando voltei, como os clubes ainda não estavam liberados, arrumei uma quadra para conseguir treinar três vezes por semana, uma hora por dia, que é muito pouco, em vista do que eu treinava”, conta Daniel, que competiu pela última vez em março, no Aberto da Georgia (Estados Unidos). Ele avançou à segunda fase, mas o torneio teve de ser interrompido.

Segundo a Confederação Brasileira de Tênis (CBT), a participação dos atletas foi viabilizada, em meio às restrições de viagem devido à pandemia, por uma parceria instituicional com a Federação Francesa de Tênis. “Depois de seis meses só treinando, poder voltar a competir é importante para poder avaliar em que nível está o nosso trabalho e treinamento. É bom voltar e ter novamente esse friozinho na barriga por competir”, destaca Ymanitu, em comunicado divulgado pela CBT.

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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Bottas ganhar GP da Rússia após punições afastarem Hamilton de recorde

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O finlandês Valtteri Bottas venceu o Grande Prêmio da Rússia de Formula 1 pela Mercedes neste domingo, depois que seu companheiro de equipe e líder do Mundial de Pilotos, Lewis Hamilton, foi atrapalhado por punições recebidas antes de a corrida sequer ter começado.  

Hamilton, que havia largado na pole position em Sochi – o piloto britânico buscava a 91ª vitória da carreira para igualar o recorde da lenda da Ferrari, Michael Schumacher – terminou em terceiro lugar, atrás de Max Verstappen, da Red Bull. Hamilton acusou os fiscais de tentarem impedi-lo de vencer e disse que as sanções “ridículas” foram excessivas, mas esperadas: “Estão tentando me parar, não estão?”, disse o britânico à emissora Sky Sports.

A vantagem do britânico para Bottas diminuiu para ainda confortáveis 44 pontos, transcorridas dez das 17 corridas, depois que o finlandês somou um ponto extra por ter feito a volta mais rápida.

“Nunca desista. É um bom dia”, disse Bottas, que respondeu aos críticos por meio de falas pelo rádio da equipe, enquanto recebia a bandeirada.

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“É bom vencer, fazia tempo e eu preciso tentar manter o embalo… ainda há algumas corridas pela frente, então nunca se sabe. Vou continuar tentando. Não desistirei e veremos como termina”.

A vitória – por 7,729 segundos de diferença para Verstappen – foi a segunda do finlandês nesta temporada e a primeira desde o retorno da F1 com o GP da Áustria, em julho.

Punições marcaram GP da Rússia

Bottas disse que teve sorte, mas que provavelmente teria vencido de qualquer maneira, com Hamilton largando com pneus macios, que desgastam mais, enquanto o finlandês estava com pneus médios, uma melhor estratégia para o longo prazo.

As esperanças de Hamilton, de qualquer maneira, desapareceram quando os fiscais emitiram duas punições de cinco segundos por largadas fora da área designada, enquanto ele se dirigia para o grid.  

Hamilton também somou dois pontos de punição na sua habilitação, ficando a apenas dois de ser suspenso por uma corrida — o que acontece quando um piloto soma 12 pontos ao longo de 12 meses.

Em uma prova maçante e solitária para os três primeiros, após duas etapas empolgantes na Itália, a Mercedes manteve sua marca de vencer todos os Grandes Prêmios da Rússia, desde o primeiro, em 2014, no circuito urbano ao redor das instalações das Olimpíadas de Inverno.

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O mexicano Sergio Pérez foi quarto colocado pela Racing Point, com o australiano Daniel Ricciardo em quinto, pela Renault, e Charles Leclerc, em sexto, pela Ferrari.

O francês Esteban Ocon ficou em sétimo, pela Renault, com o russo Daniil Kvyat, da AlphaTauri em oitavo, o que agradou o primeiro público de verdade da temporada, após oito corridas com portões fechados devido à pandemia de Covid-19.

Seu companheiro de escuderia, Pierre Gasly, que surpreendeu ao vencer em Monza, foi nono colocado, enquanto Alexander Albon, da Red Bull, levou o último ponto, na décima posição.

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