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Título em Portugal coroa volta às quadras de Bia Haddad após 14 meses

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Após 14 meses sem competir, devido a uma punição por doping e à pandemia do novo coronavírus (covid-19), Bia Haddad Maia retornou ao circuito mundial de tênis feminino com título. Neste domingo (6), a brasileira superou a britânica Jodie Anna Burrage por 2 sets a 0, parciais de 6/1 e 6/4, e conquistou o W25 de Montemor-O-Novo, em Portugal.

A vitória sobre Burrage  garante mais 50 pontos à Bia no ranking da Associação de Tênis Feminino (WTA, sigla em inglês). A adversária era cabeça de chave número um, que ocupa atualmente a  posição 289ª no mundo. Com o triunfo de hoje (6), a brasileira deve subir cerca de 700 posições na próxima atualização e aparecer próxima do 600º lugar. Pelo longo tempo de inatividade, a paulista iniciou o torneio na 1.342ª colocação.

Bia foi campeã com autoridade em Portugal. Nos cinco jogos que realizou, perdeu somente um set, para a espanhola Marina Ribera, nas quartas de final. Na decisão contra Burrage, a brasileira destacou-se pela eficiência, com mais de 70% de aproveitamento no primeiro saque – a rival britânica não chegou a 60% de acerto.

Aos 24 anos, a brasileira busca a reabilitação no ranking mundial, após ter alcançado a 58ª posição da WTA em 2017. No ano passado, a tenista obteve uma vitória histórica sobre a norte-americana Sloane Stephens, que à época era número quatro do mundo, em Acapulco (México). Foi o primeiro triunfo de uma brasileira sobre uma top-4 desde 1969.

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Em julho de 2019, Bia testou positivo para dois anabolizantes sintéticos proibidos, o que a afastou do circuito provisoriamente. Ela comprovou à Federação Internacional de Tênis (ITF, sigla em inglês), a contaminação cruzada de um suplemento alimentar, consumido sob prescrição médica, mostrando que não teve intenção de obter vantagem esportiva.

Em fevereiro deste ano, a ITF oficializou a suspensão por 10 meses, contados a partir do afastamento inicial. Ela foi liberada para voltar a competir em 22 de maio, mas, devido à pandemia, o retorno foi postergado até o torneio em Portugal. Bia está no país europeu participando da Missão Europa, organizada pelo Comitê Olímpico do Brasil (COB).

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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Momento Esportes

Médico alemão admite ter ajudado atletas com doping por vários anos

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Um médico esportivo alemão, identificado apenas como Mark S., que vem sendo julgado por comandar uma rede internacional de doping para atletas, admitiu nesta terça-feira (29) ter ajudado, por anos, atletas com doping sanguíneo, mas disse que não teve lucro. O réu responde por várias acusações, entre elas, a ter colaborado com pelo menos 23 atletas, de oito países, a obterem vantagem injusta ao longo de vários anos.

“Não tive lucro com o doping”, afirmou ele em um comunicado lido por seus advogados no tribunal. O réu também disse que nunca colocou em risco a saúde dos atletas, mas admitiu o doping sanguíneo. “Para mim sempre foi importante não prejudicar a saúde dos atletas”.

O caso é resultado da Operação Bloodletting, em que a polícia invadiu o Campeonato Mundial de Esqui Nórdico na Áustria, em fevereiro de 2019, prendendo atletas poucas horas antes do início de um evento. Mark S. foi preso na Alemanha.

Os promotores dizem que ele está por trás das transfusões de sangue para melhorar o desempenho, principalmente para esquiadores e ciclistas. Eles acreditam que o médico esteve envolvido neste tipo delito, pelo menos desde o final de 2011.

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Quatro outros suspeitos estão em julgamento, acusados de ajudá-lo na coleta e fornecimento de sangue. Se condenado, o médico pode ser colocado atrás das grades por um período de um a dez anos. O julgamento deve continuar até pelo menos meados de dezembro

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