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Vice-líder, Brasil supera Polônia em sets diretos na Liga das Nações

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Na tarde deste sábado (12), a seleção brasileira feminina de vôlei venceu mais uma partida pela Liga das Nações. O adversário da vez foi a Polônia. E o time verde e amarelo fez 3 sets a 0 (25/22, 25/20 e 25/23), em Rimini na Itália. Este foi o oitavo resultado positivo da equipe comandada pelo treinador José Roberto Guimarães em 10 jogos disputados na competição. Na classificação geral, o time é o vice-líder com 25 pontos.

Os Estados Unidos aparecem em primeiro lugar, com 30 pontos, e o Japão em terceiro, com 22. O próximo jogo será neste domingo (13) contra a Alemanha às 16h. Na segunda-feira (14), o adversário será a Tailândia às 14h30.

A ponteira Gabi foi a maior pontuadora com 15 acertos. “Estou muito feliz pela vitória e os três pontos. Estamos em busca da classificação entre os quatro primeiros. Nos dois primeiros sets começamos mais agressivas e trabalhamos bem o nosso bloqueio e a defesa. No terceiro set, não sacamos tão bem e a Polônia cresceu na partida. O importante foi que tivemos a tranquilidade de voltar ao jogo, pressionamos o time delas e fechamos a partida em três sets”, disse Gabi à assessoria da Confederação Brasileira de vôlei (CBV). A oposta Tandara foi a segunda maior pontuadora do jogo com 14.

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Edição: Gustavo Faria

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Momento Esportes

Bruno Schmidt e Evandro perdem para dupla letã e estão fora de Tóquio

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Bruno Schmidt e Evandro foram eliminados do torneio de vôlei de praia dos Jogos Olímpicos de Tóquio após derrota nesta segunda-feira (2) para Martins Plavins e Edgars Tocs, da Letônia, por 2 sets a 0, parciais de 21/19 e 21/18.

Bruno Schmidt, campeão olímpico na Rio 2016 ao lado de Alison, admitiu a superioridade da dupla da Letônia.

“O que posso falar desse jogo é que o sentimento que estou agora não é o que eu queria. Mas analisando friamente, eles foram superiores do primeiro set até o final do jogo”, afirmou Bruno Schmidt, segundo nota no site do Time Brasil.

O brasileiro teve um quadro grave de covid-19 neste ano e, muito debilitado, não sabia se chegaria aos Jogos Olímpicos em condições competitivas.

“Depois de tudo que eu passei, eu adoraria viver uma história bacana e de muita superação, mais do que já estou tendo. Queria ter ajudado mais o Evandro na sua segunda participação olímpica”, afirmou Bruno. “Ainda mais depois da pandemia, nosso time foi muito afetado. Se você for ver, cinco meses atrás eu estava saindo do hospital, eu nem sabia se estaria aqui. Não sabia se conseguiria me recuperar a tempo, iriam me substituir e eu perderia uma participação dessas. Tentei em curto prazo ser o melhor atleta que eu poderia ser, mas hoje não deu”, acrescentou.

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