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Vila Nova derrota Imperatriz pela Série C do Campeonato Brasileiro

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O Vila Nova chegou à terceira vitória na Série C do Campeonato Brasileiro ao passar pelo Imperatriz por 3 a 0, na partida que fechou a 7ª rodada da competição. Com o resultado, o Tigrão é o novo vice-líder do Grupo A, com 12 pontos conquistados. Já o Cavalo de Aço permanece na lanterna, com apenas um ponto.

O jogo foi marcado pelos gols bonitos e por uma curiosidade. Antes de a bola rolar, a arbitragem solicitou que a equipe do Imperatriz trocasse o calção branco. Como o Vila Nova, que era o mandante, jogaria com calção branco e o time do Maranhão não levou uniforme reserva, o Tigrão emprestou o calção vermelho para o Cavalo de Aço utilizar.

Gols da partida

O primeiro gol do Vila Nova foi aos 15 minutos do primeiro tempo, em uma bela jogada ensaiada. Falta pela direita de ataque com troca de passes até que Emanuel Biancucchi chutou forte no canto direito, obrigando Henal a fazer ótima defesa. No rebote, Henan conferiu para abrir o placar.

O Vila Nova continuou melhor durante todo o primeiro tempo e só não foi para o intervalo goleando porque Henal estava em noite inspirada. O time da casa chegou ao segundo gol aos 38 minutos da segunda etapa, com Caíque. Ele recebeu dentro da grande área, deu um lindo drible no zagueiro, e soltou a bomba para estufar a rede adversária.

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Depois de dois belos gols, o terceiro não poderia ser diferente. Aos 46 minutos, Pablo dominou na entrada da área, ajeitou e bateu colocado no ângulo esquerdo do goleiro. Golaço.

Na próxima rodada, o Imperatriz recebe o Ferroviário, sábado (26), às 17h, no Estádio Frei Epifânio. Já o Vila Nova joga com o Treze, no mesmo dia, às 19, no Estádio Onésio Brasileiro Alvarenga (OBA).

 

Edição: Liliane Farias

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Sem amistosos, Pia valoriza períodos de treinos da seleção feminina

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A seleção brasileira feminina de futebol encerra nesta terça-feira (27), na cidade de Portimão, em Portugal, o segundo período de treinamentos desde o começo da pandemia do novo coronavírus (covid-19). Diferente de setembro, quando reuniu apenas jogadoras que atuam no Brasil na Granja Comary, em Teresópolis (RJ), desta vez a técnica Pia Sundhage chamou somente atletas que jogam na Europa, nos Estados Unidos e na China.

A estratégia foi adotada devido às restrições para viagens internacionais, que dificultam a realização de amistosos. Apesar da impossibilidade de atuar contra outros rivais, a treinadora considera positiva a oportunidade de estar com as atletas e fazê-las entender o padrão de jogo concebido para a seleção. Nos dois períodos, foram 45 convocadas ao todo.

“Esses dois períodos de treinos foram muito importantes. Tivemos muitos dias juntos [18, sendo nove no Brasil e nove em Portugal], que foram diferentes. Aqui na Europa, a intensidade foi um pouco maior. No fim das contas, as duas convocações trabalharam nossa ideia de jogo. O objetivo é que todas estejam na mesma sintonia, em ideia de jogo e intensidade”, afirma Pia, em entrevista coletiva por videoconferência.

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Sem amistosos, a técnica colocou em prática o trabalho em Portimão em um jogo-treino com as 21 convocadas para os treinos na Europa, mais dois jogadores do time sub-17 masculino do Portimonense, clube local. Pia aproveitou para testar atletas em diferentes posições, como já fizera em setembro, em Teresópolis. Na atividade do último domingo (25), as atacantes Maria (Juventus, da Itália) e Mylena (Famalicão, de Portugal) atuaram como laterais.

Pia Sundahage comanda treino da seleção brasileira na Granja Comary, em Teresópolis (RJ)Pia Sundahage comanda treino da seleção brasileira na Granja Comary, em Teresópolis (RJ)

Pia Sundahage comanda treino da seleção feminina Granja Comary, em Portimão (Portugal) – Laura Zago/CBF/Direitos Reservados

Na Granja Comary, a atacante Chu (Ferroviária) também foi observada no setor defensivo. Ao contrário da Copa do Mundo, em que podem ser convocadas 23 atletas, na Olimpíada de Tóquio (Japão), só poderão ser chamadas 18 jogadoras.

“Jogaremos muitos jogos em pouco tempo. Seria excelente termos atletas que podem atuar em diferentes posições. O mais importante é que elas adquiram essa habilidade. Jogadoras que possam fazer isso [mudar de posição] durante o jogo é algo que nós, técnicos, sempre gostamos de ter para trabalhar taticamente”, explica.

Devido à pandemia, a seleção feminina ainda não tem partidas marcadas. Em 2020, a equipe de Pia Sundhage atuou três vezes, com uma derrota (1 a 0 para a França) – a primeira sob comando da sueca – e dois empates (0 a 0 com a Holanda, 2 a 2 com o Canadá). Todos os confrontos foram pelo Torneio Internacional da França, em março.

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Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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