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Clica e Confirma: na Câmara dos Deputados, Barroso fala sobre riscos do voto impresso

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A edição desta semana do Clica e Confirma, podcast da Justiça Eleitoral, já está disponível. O destaque é a participação do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Luís Roberto Barroso, na Comissão Geral da Câmara dos Deputados, nesta quarta-feira (9).

O ministro falou sobre o voto impresso e a desinformação no processo eleitoral. O encontro foi marcado para debater as Propostas de Emenda à Constituição (PECs) nº 135/2019 e nº 125/2011, que tratam, respectivamente, do voto impresso e da reforma eleitoral.

O episódio 51 do Clica e Confirma também mostra como foi a viagem do presidente do TSE ao México, onde atuou como observador internacional das eleições daquele país. Lá, Barroso ainda participou do evento: “Processo Eleitoral Federal e os Processos Eleitorais Locais Concorrentes 2020-2021”, promovido pelo Instituto Nacional Eleitoral (INE), onde defendeu respostas imediatas no combate à desinformação.

Em comemoração aos 25 anos da urna eletrônica, o programa conta como foi a evolução do sistema de votação no Brasil. E na série “Por Dentro da Urna Eletrônica”, o destaque é a importância do Boletim de Urna (BU) para a transparência do processo eleitoral. O BU é mais uma ferramenta de auditoria, sendo impresso assim que a votação é encerrada.

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O programa é apresentado pelo jornalista Rimack Souto. Você pode ouvir o Clica e Confirma no Portal e no canal do TSE no Spotify.

PN/LC, DM com informações da Coordenadoria Audiovisual do TSE

Fonte: TSE

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Urna eletrônica: inconfundível por fora, cada vez melhor por dentro

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A Secretaria de Comunicação e Multimídia do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) esclarece que as urnas brasileiras e o sistema eletrônico de votação têm sido continuamente atualizados e modernizados, desde sua implantação no país, em 1996.

É falsa a afirmação de que as urnas eletrônicas atuais possuem a mesma tecnologia de 1996. O sistema de votação brasileiro é objeto de aprimoramentos constantes, que acompanham o desenvolvimento científico nas áreas de segurança de sistemas e de sistemas embarcados.

Embora o design exterior da urna tenha sido preservado ao longo dos anos, por dentro, a urna evoluiu significativamente. O TSE adquiriu urnas nos anos de 1996, 1998, 2000, 2002, 2004, 2006, 2008, 2009, 2010, 2011, 2013, 2015 e 2020. Os modelos de 1996 a 2008 já não estão mais em uso. A cada novo modelo, as urnas eletrônicas tornaram-se mais modernas e seguras. A título de exemplo, a partir do modelo de 2009, a urna ganhou uma evolução tecnológica relevante: para incrementar a segurança, foram introduzidos o hardware de segurança e a cadeia de confiança do software.

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Portanto, a manutenção do mesmo “visual” não significa que todos os modelos de urnas eletrônicas utilizados sejam os mesmos. O mesmo ocorre com outros aparelhos eletrônicos, como notebooks e telefones celulares de diferentes gerações.

Por fim, não há dúvida de que o sistema eleitoral brasileiro é seguro, transparente e auditável antes, durante e depois da votação. Diversos agentes externos e independentes, como partidos políticos, Forças Armadas, Ministério Público, Polícia Federal, podem conferir e testar a segurança e a integridade do sistema de votação.

Fonte: TSE

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