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Kit de Atuação busca fomentar políticas de prevenção ao suicídio

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No mês em que todas as atenções se voltam para a prevenção ao suicídio, em razão do movimento Setembro Amarelo, o Centro de Apoio Operacional  da Infância e Juventude do Ministério Público do Estado de Mato Grosso disponibilizou um “Kit de Atuação” para auxiliar o trabalho dos promotores de Justiça em relação à temática. Foram divulgados artigos, cartilhas, manuais, legislação, planos de ação, entre outros materiais.

Em 2019, segundo informações do CAO da Infância e Juventude, no Brasil ocorreram mais de 13 mil suicídios, sendo a quarta maior causa de morte entre pessoas com idade de 15 a 29 anos. Estudiosos do assunto temem que, em razão da pandemia da Covid-19, que obrigou o isolamento social, aumentou o desemprego e os casos de violência no ambiente familiar, o problema se torne ainda mais grave este ano.

Com a compilação do material, o CAO da Infância e Juventude pretende  auxiliar os promotores de Justiça a desenvolver ações para fortalecer a política pública de prevenção ao suicídio de crianças e adolescentes. O material foi  elaborado pelo promotor de Justiça Márcio Florestan Berestinas, que esta semana deixou a coordenação do referido órgão de apoio, cargo que passou a ser ocupado pelo promotor de Justiça Nilton César Padovan.

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O “Kit de Atuação” está disponível no Banco de Peças do CAO da Infância e Juventude, com acesso restrito aos membros e servidores da Instituição.

Fonte:

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Profissionais podem se increver até 6 de outubro no CNJ Inova

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Vão até o dia 6 de outubro as inscrições para o CNJ Inova, desafio voltado a profissionais de áreas multidisciplinares para o desenvolvimento de soluções tecnológicas destinadas a aprimorar a tramitação de processos judiciais no país. O desafio tecnológico, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e a Escola Nacional de Administração Pública (Enap), vai distribuir prêmios de até R$ 40 mil para as melhores soluções.

As inscrições são individuais e gratuitas. As equipes serão formadas por meio de uma plataforma, a Discord. O projeto incentiva a reunião de pessoas de áreas de conhecimento diversas, como estatística, ciência de dados, programação, desenvolvimento, direito, negócios, economia, administração pública, marketing, design e engenharia, por exemplo.

Os participantes terão que buscar soluções para dois desafios na base de dados do Datajud. No primeiro, um desafio de tempo e produtividade, os pesquisadores terão que identificar padrões e comparar o andamento de processos em cada unidade judiciária do Brasil. O desenvolvimento deve levar em conta as peculiaridades locais e o nível de complexidade que envolve o Direito.

O segundo é voltado para identificar e corrigir na base do DataJud as inconsistências nos metadados dos processos em tramitação nos sistemas dos tribunais. De acordo com o CNJ, o desafio possibilita o desenvolvimento de algoritmos capazes de serem utilizados tanto como ferramentas de limpeza quanto como recursos de gestão de qualidade da Base Nacional.

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As inscrições para a maratona começaram no dia 15 de setembro. O Desafio CNJ conta com duas fases: imersão com desenvolvimento e Demoday. Seis equipes serão classificadas para o Demoday e ganham o prêmio de R$ 20 mil.

“Nesse dia, haverá melhoria de design dos projetos e preparação para fase de pitching, que é o momento de apresentação e defesa das iniciativas. Duas equipes serão escolhidas vencedoras e receberão novo prêmio de R$ 40 mil cada”. informou o CNJ.

Edição: Graça Adjuto

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