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Leilão de ouro e diamantes de Sérgio Cabral arrecada R$ 4,6 milhões

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Alcançou R$ 4,598 milhões o leilão de barras de ouro e diamantes que eram do ex-governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral. Foram 20 itens, sendo cinco barras de ouro e 15 pedras de diamantes. O leilão foi realizado nesta quarta-feira (29), determinado pelo juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal.

As cinco peças de ouro, totalizando 4,5 quilos (kg), foram arrematadas, em lotes distintos, por um total de R$ 1,401 milhão. Já os diamantes alcançaram R$ 3,197 milhões. A pedra arrematada pelo menor preço foi um diamante de 2,05 quilates, ao valor de R$ 101 mil. O diamante mais caro, de 4,06 quilates, foi arrematado por R$ 335 mil.

Tanto o ouro quanto as pedras foram comprados por Cabral quando ele era governador do Rio de Janeiro e acabaram descobertos durante as investigações da Operação Lava Jato. O leilão, realizado pelo leiloeiro Luiz Tenório de Paula, foi totalmente eletrônico. A comissão do leiloeiro é de 5% sobre o total arrematado, o que corresponde a cerca de R$ 230 mil.

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Os diamantes e o ouro foram repatriados da Suíça, pelo Ministério Público Federal (MPF), em março deste ano, depois de um longo trâmite burocrático. Foram trazidos 4,5 kg de ouro e 27 pedras de diamantes, avaliados em aproximadamente R$ 20 milhões, que foram adquiridos com dinheiro desviado por Cabral.

A existência do ouro e dos diamantes foi revelada pelos irmãos e doleiros Marcelo e Renato Chebar em delação premiada fechada com a Lava Jato do Rio de Janeiro. Eles eram operadores do esquema de Cabral.

Edição: Aline Leal

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TJRJ nega reabertura das escolas particulares no Rio de Janeiro

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O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) negou hoje (17) o pedido da prefeitura da capital para a reabertura das escolas particulares. O presidente do TJ, desembargador Claudio de Mello, em sua decisão, alegou não ter “motivo para decidir a questão neste momento, enquanto se encontra pendente de decisão a questão pela Suprema Corte”.

Em sua decisão, o desembargador afirmou que a suspensão de segurança, pedido pelo município Rio “é um canhão de cem toneladas que exige, para ser usado, um mecanismo complicado, para atirar uma quantidade considerável de pólvora, e para ser ajustado, um grande alvo para pontaria. Dito de outra forma: deve ser utilizado como a bala de prata”.

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Edição: Liliane Farias

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