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Município acata recomendação do MPMT e publica edital de retificação

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O Município de Sinop (a 500km de Cuiabá) acatou notificação recomendatória expedida pela 4ª Promotoria de Justiça Cível da comarca e publicou edital complementar acrescentando prova prático-profissional para o cargo de Procurador Jurídico em concurso público em andamento. Conforme o edital, a prova prática será discursiva, de caráter eliminatório e classificatório. Ela consistirá em uma peça profissional e três questões dissertativas.

O Município foi notificado para que suspendesse de imediato o concurso público em andamento, especificamente quanto ao cargo para Procurador Jurídico, após o Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) constatar que a Prefeitura de Sinop publicou edital sem contemplar a aplicação de prova discursiva, mesmo diante da complexidade da função. No certame estão previstas quatro vagas, mais cadastro de reserva para o cargo de Procurador Jurídico do Município.

A 4ª Promotoria de Justiça Cível chegou a instaurar inquérito civil para apurar o caso, considerando que o “concurso público é o instrumento pelo qual se procede à seleção para cargos e empregos públicos sem protecionismos ou favorecimentos, primando pela capacidade e preparo técnico do candidato”. Segundo o promotor de Justiça Washington Eduardo Borrére, o procedimento deve ser norteado pelos princípios da objetividade, isonomia, legalidade, publicidade e do controle público, bem como dos demais princípios administrativos constitucionais.

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Procuradora da República Ela Wiecko participa da campanha “Mulheres”, do TSE

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“No Brasil, a maioria da população é de mulheres. Mas quando olhamos as imagens dos governantes da União, dos estados, dos municípios, dos membros do Câmara dos Deputados e do Senado Federal, das assembleias legislativas, e das câmaras municipais, dos tribunais da justiça e dos tribunais superiores, do Ministério Público da União e dos estados, vemos uma maioria masculina. Em alguns casos, vemos somente homens. Isso não é natural, não é bom para o país e não precisa ser assim”.

É com este alerta que a subprocuradora da República Ela Wiecko Castilho abre sua participação na campanha do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) “Mulheres”, que reúne depoimentos de personalidades femininas em uma série de vídeos que circularão nas redes sociais da Justiça Eleitoral.

Assista ao vídeo da série Mulheres com a subprocuradora-geral de República Ela Wiecko.

 A ideia é inspirar mulheres a ocuparem cargos políticos e mostrar que o aumento de lideranças femininas é bom para toda a sociedade. Além dela, participam da campanha: a ex-ministra do TSE Luciana Lóssio; a ativista Maria da Penha; a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Brasil Teresa Cristina; e as fundadoras da ONG Compaixão Internacional, Betty Mae Agi e Brenda Rucshana Agi.

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Segundo Ela Wiecko, as mulheres querem estar presentes nos espaços de poder, têm competência e sabem fazer política. “Os homens já se deram conta disso e leis foram aprovadas para aumentar a representatividade feminina nos cargos eletivos. Mas a realidade mudou pouco, porque não se trata apenas de reconhecer o direito de as mulheres participarem da vida pública, mas de oferecer oportunidades concretas para que elas possam exercer cargos políticos”, destacou.

*#ParticipaMulher*

Com mais de 45 anos de carreira no Ministério Público Federal, a professora Ela Wiecko atuou em Brasília, Curitiba e Florianópolis como procuradora da República. Em 1992 foi promovida a subprocuradora-geral da República. Sua atuação jurídica e acadêmica tem como características o seu envolvimento com os direitos humanos e a sua estreita relação com os movimentos sociais.

A série de vídeos integra as ações do projeto Participa Mulher, criado pelo TSE para incentivar o protagonismo feminino na política. O portal (#ParticipaMulher) dessa campanha permanente da Justiça Eleitoral reúne informações sobre a história do voto feminino, das primeiras mulheres a conquistar espaços de relevância no meio político e notícias que abordam a atualidade dessa participação.

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O tema está alinhado com o que o presidente do TSE, Luís Roberto Barroso, defende desde seu discurso de posse, quando destacou a importância do engajamento da juventude e das mulheres na política com o objetivo sempre de promover a diversidade na vida pública do país.

MM/LG

Fonte: TSE

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