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Processo de desinfecção é retomado após retorno gradual das atividades

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Com base na análise de variáveis, como número de infectados pela Covid-19, população flutuante, capacidade de ventilação e frequência da limpeza, o Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT), por meio do Batalhão de Emergências Ambientais (BEA) e Comandos Regionais (CRBMs), iniciou a segunda etapa de desinfecção nas unidades do Ministério Público do Estado de Mato Grosso. O prazo médio para a realização de uma nova desinfecção é de três meses.

De acordo com informações do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), na semana passada foram realizadas desinfecções nas Promotorias de Justiça de Alto Araguaia e Alto Taquari. Com o retorno gradual das atividades presenciais, as medidas implementadas visam reduzir as chances de contaminação pela Covid-19.

O chefe de gabinete do GSI, coronel PM Jorge Luiz de Magalhães, explica que a desinfecção está sendo feita em todos os prédios públicos de Mato Grosso, incluindo as unidades do MPMT localizadas no interior do estado. O trabalho fica a cargo de cada comandante regional do Corpo de Bombeiros, mas os coordenadores das Promotorias de Justiça também podem entrar em contato com a unidade local para verificar a possibilidade de agendamento de data e horário para a nova descontaminação.

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A desinfecção é feita mediante pulverização de hipoclorito de sódio com concentração de 1%, como prevê a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Essa solução é eficaz contra diversos vírus, inclusive o coronavírus.

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Barroso defende trabalho da imprensa no combate à desinformação

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O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Luís Roberto Barroso, disse que o país e o mundo nunca precisaram tanto da imprensa profissional e de qualidade, capaz de separar, com profissionalismo, fato de opinião, como agora. Em um evento restrito a jornalistas nesta sexta-feira (18), o magistrado pediu amplo apoio à imprensa no combate à desinformação, na checagem de fatos e no compromisso com a verdade no período eleitoral. 

“Talvez, a pior consequência das campanhas de desinformação seja precisamente essa deterioração do debate público e a formação de enclaves de pessoas que só falam para si mesmas e, quando têm interlocução com as outras, é para agredir e desqualificar. Nós, que defendemos a democracia, contamos mais do que nunca com o trabalho da imprensa de qualidade”, afirmou.

Para o ministro, é preciso haver um filtro adequado para a grande quantidade de desinformação e de inverdades que circulam pelas redes sociais. “As redes sociais têm um lado positivo, mas vêm sendo palco para pessoas totalmente pervertidas difundirem mentiras deliberadas, campanhas de ódio e de difamação. Precisamos enfrentar isso. As instituições democráticas vêm sofrendo um ataque massivo de milícias digitais e de terroristas verbais que fazem muito mal a todos nós. Não só pelo possível impacto no resultado das eleições, mas pela deterioração do debate público de uma maneira geral”, disse.

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Nas eleições municipais deste ano, as campanhas publicitárias da Justiça Eleitoral têm abordado a atuação dos mesários em tempos de pandemia, o combate à desinformação, a atração de mais jovens e mulheres para a política, os cuidados sanitários para os eleitores e para quem vai trabalhar na votação de novembro, o voto consciente e o e-Título.

Edição: Fernando Fraga

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