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Médica que matou filho de 3 anos com overdose de remédios vai à Júri popular em Brasília

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       A médica  pediatra,  Juliana de Pina Araújo, acusada de matar o filho de 3 anos com overdose de remédios,  no Distrito Federal, será julgada por júri popular. 
 
       Na última semana, o juiz Frederico Ernesto Cardoso Maciel, do Tribunal do Júri de Brasília, entendeu haver indícios de que a mulher cometeu um homicídio doloso – com intenção de matar.
 
        Segundo o magistrado, a criança "morreu por insuficiência respiratória e ainda sofreu cortes que alcançaram sua artéria femoral, padecendo assim de tormento intenso e desnecessário". O juiz também determinou que a mulher continue internada em clínica psiquiátrica até o julgamento.
 
       Ainda não há previsão de quando o caso será analisado. O G1 tenta contato com a defesa de Juliana de Pina.
 
Sentença de pronúncia
 
       O entendimento do juiz foi publicado em sentença de pronúncia. Nesse tipo de decisão, o magistrado analisa depoimentos e indícios colhidos até o momento, e decide se o caso deve ser analisado por um júri popular, em caso de homicídio doloso.
 
       O magistrado determinou que Juliana seja julgada por homicídio duplamente qualificado, cometido por meio cruel e contra menor de 14 anos. Agora, as partes serão intimadas e, só então, a data do julgamento será marcada
 
         A análise do caso teve início em março deste ano. À ocasião, a ré compareceu a audiência e assistiu a depoimentos de testemunhas, mas não prestou esclarecimentos à Justiça.
 
       O crime ocorreu em junho de 2018. Segundo as investigações, Juliana de Pina matou o filho João Lucas de Pina, de 3 anos. O laudo cadavérico apontou que o óbito da criança ocorreu por "insuficiência respiratória por intenso edema pulmonar", provavelmente "causado por intoxicação externa medicamentosa".
 
       A mulher sofria de depressão. Após a morte do filho, ela fez um corte no pescoço e saiu correndo pelas escadas do prédio onde morava, na quadra 210 Sul, sangrando. Testemunhas afirmaram que a ré queria se matar.
 
       O inquérito aponta que, no lugar onde a criança morreu, foram encontradas duas cartelas vazias de frontal – cada uma, originalmente, tinha 30 comprimidos – e um pacote de ritalina faltando 18 pílulas.
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GAP impede ‘salve’, apreende pistola e prende cinco pessoas em Sinop

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Policiais do GAP (Grupo de Apoio) do 11º Batalhão prenderam cinco homens por porte ilegal de arma de fogo, formação de quadrilha e receptação, na noite de domingo (19.09), em Sinop. A quadrilha estava armada e iria aplicar um salve em um vendedor de drogas no bairro Boa Esperança.  

Por volta 22h30, os policiais realizavam patrulhamento pelo bairro Boa Esperança, quando avistaram um carro com cinco pessoas em atitude suspeita. A Polícia Militar abordou o veículo e durante busca pessoal aos suspeitos, apreendeu uma pistola com oito munições intactas. Os suspeitos contaram aos policiais que fazem parte de uma organização criminosa.  

Os suspeitos contaram ainda que foram ao bairro para buscar um “cabriteiro” (traficante que vende drogas sem autorização da organização criminosa) para aplicar um castigo. A PM consultou a arma de fogo e constatou que a pistola havia sido furtada na cidade de Nova Monte Verde. O carro do grupo foi apreendido na ação após verificar que a documentação do veículo estava atrasada.  Um dos suspeitos também estava com a tornozeleira descarregada. Todos os cinco homens foram conduzidos para a delegacia. 

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A ocorrência foi encaminhada para a Polícia Judiciária Civil.

Fonte: PM MT

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