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Mulher é presa junto com a irmã após ameaçar pagar assassinato do pai

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A Polícia Militar prendeu duas irmãs (43 e 32 anos) por crime de vias de fato, na noite de segunda- feira (14.09), no Conjunto São José, em Rondonópolis. As suspeitas se desentenderam após um delas ameaçar  pagar alguém para matar o próprio pai. 

Por volta das 23h30, uma equipe da PM foi acionada via 190. A pessoa alegou que havia sido agredida pela irmã que estava na residência da família. Os policiais foram até o local e a suspeita relatou que se desentendeu e as duas foram às vias de fato porque  a irmã teria ido ao banco sacar R$ 2 mil para pagar uma pessoa para matar seu próprio pai e amante dele.  
 

Foi verificado que as suspeitas apresentavam  lesões no dedo e  ferimentos na região da cabeça ocasionadas durante a brigas. Com uma das irmãs, a PM encontrou a quantia de R$ 1.700,00.

Diante da situação, os policiais conduziram as duas mulheres para a delegacia por crime de vias de fato. A ocorrência foi entregue à Polícia Judiciária Civil. 

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Serviço

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, pelo 190 ou, sem precisar se identificar, por meio do disque – denúncia 0800.65.39.39. Nesse número, sem custo de ligação, qualquer cidadão pode informar situações suspeitas ou crimes.

 
Fonte: PM MT

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Momento Policial

Investigação do MPE e Polícia Civil apura suposto crime de corrupção praticado por prefeito

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Assessoria/Polícia Civil-MT

O Grupo Operacional do Núcleo de Ações de Competência Originária  (Naco Criminal) do Ministério Público Estadual, com auxílio do Gaeco,  prendeu nesta quarta-feira (30.09), em uma agência bancária do município de Rondolândia (1.600 km a noroeste de Cuiabá), o prefeito da cidade, Agnaldo Rodrigues de Carvalho. O Grupo Operacional do Naco tem a participação de policiais civis e é coordenado pelo delegado Rodrigo Azem Buchdid.

A ordem de prisão preventiva foi deferida pelo desembargador Marcos Machado atendendo ao pedido formulado pelo coordenador do Naco, procurador de Justiça Domingos Sávio de Barros Arruda, com base nas provas colhidas em inquérito policial que apura suposto crime de corrupção cometido pelo prefeito e, também, pela ex-secretária de Saúde do município.

Segundo apuração, ambos receberam propina do empresário N.M.J. em contrato celebrado entre a empresa F.M. da S. Santos com a prefeitura de Rondolândia, visando ao  fornecimento de serviços de plantão médico. O empresário estaria pagando aos médicos vinculados à empresa um valor menor do que o previsto no contrato e a diferença era repassada ao prefeito e à ex-secretária de Saúde.

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No mês de agosto, durante cumprimento de mandados de busca e apreensão, policiais do Naco e do Gaeco apreenderam com o empresário  uma agenda e  anotações constando a “contabilidade” da propina que era paga, bem como comprovantes de depósitos feitos em contas correntes de terceiros indicados pelo prefeito e pela ex-secretária.

Conforme o delegado Rodrigo Azem, depois da apreensão do material, o empresário resolveu confessar o esquema criminoso.  “Ele não teve como negar que pagava a propina desde o início do contrato que foi firmado entre a empresa dele e a prefeitura, embora, muita coisa ele deixou de revelar, porém, estamos apurando tudo”, afirmou.

Na ocasião em que os mandados de busca e apreensão foram cumpridos, segundo ele, o prefeito Agnaldo Rodrigues de Carvalho fugiu ao perceber a movimentação dos policiais em Rondolândia. Na sua casa foram apreendidas também armas e munições irregulares.

De acordo com a ordem judicial, a prisão preventiva ocorrida nesta quarta feira busca garantir a ordem pública, evitar a reiteração criminosa, assegurar a  aplicação da lei penal e, também,  por conveniência da instrução criminal.

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Segundo o coordenador do Naco, procurador de Justiça Domingos Sávio de Barros Arruda, o inquérito policial deverá ser encerrado com a prisão e o interrogatório do prefeito e de outras pessoas envolvidas no esquema. Depois disso,  no prazo máximo de 15 dias, será apresentada a denúncia  criminal contra os envolvidos perante o Tribunal de Justiça.

 

Com informações da Assessoria de Comunicação/MPE-MT

Fonte: PJC MT

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