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Plantão da violência doméstica registra mais de 1.100 atendimentos no primeiro mês de funcionamento

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Assessoria/Polícia Civil-MT

Delegacia 24 horas da Mulher – Foto por: Jana Pessoa

Há um mês em funcionamento em Cuiabá, o Plantão 24h de atendimento a vítimas de violência doméstica e sexual da Polícia Civil registrou 1.188 atendimentos a mulheres, crianças e adolescentes recebidas na unidade. Desde que começou a funcionar, a partir de 9 de setembro deste ano, em uma estrutura preparada especialmente para atender e acolher vítimas de crimes ocorridos no âmbito da Lei Maria da Penha e também crimes sexuais, o Plantão recebeu pedidos de 288 medidas protetivas de vítimas de violência doméstica.

Os números compilados pela unidade policial correspondem ao período de 9 de setembro a 9 de outubro e incluem todos os procedimentos abertos no plantão, como registro de boletins realizados pela Polícia Civil e Polícia Militar, pedidos de medidas protetivas, atendimentos psicossociais, prisões em flagrante, cumprimento de mandados de prisões e Termos Circunstanciados de Ocorrência (TCO).

Dentre as ocorrências recebidas na unidade especializada de plantão, 125 delas tiveram os autores presos e autuados em flagrante. Treze procedimentos resultaram em assinatura de TCOs.

O Plantão 24h é uma das medidas adotadas pela Polícia Civil e Secretaria de Estado de Segurança Pública para ampliar o acolhimento, de forma ininterrupta a vítimas de violência doméstica. A instalação da unidade teve atuação direta da primeira-dama do Estado, Virgínia Mendes, que reuniu voluntários e que colaboraram com doações que resultaram na aquisição de todo o mobiliário, paisagismo e decoração dos ambientes. O plantão foi inaugurado no dia 8 de setembro pelo governador Mauro Mendes e a primeira-dama, com a presença de autoridades dos governos estadual e federal.

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O plantão tem salas apropriadas para acolhimento das vítimas e atendimento psicossocial, cartórios, salas de atendimento, brinquedoteca e playground para crianças e está instalada no bairro Planalto, anexo ao prédio da 2ª Delegacia da Capital.

São atendidas na unidade especializada ocorrências envolvendo vítimas de violência doméstica e familiar, conforme especificado na Lei 11.340/2016 (Maria da Penha), além daquelas vítimas de crimes contra a dignidade sexual, de acordo com a Lei 12.015/2009 e as mudanças trazidas pelas Leis 3718/2018 e 3772/2018 (importunação sexual e violação da intimidade da mulher). Também são realizados procedimentos de prisões em flagrante, requerimento de medida protetivas, entre outras providências de urgência necessária, conforme cada caso atendido.

A diretora Metropolitana da Polícia Civil, delegada Ana Paula de Faria Campos, explica que a partir da entrada em funcionamento do plantão da mulher, o atendimento a essas vítimas que anteriormente era recebido na Central de Flagrantes da Capital, passou a ter um local específico e com estrutura para recepcionar mulheres e crianças, com mais qualidade. “No espaço do plantão especializado criado especialmente para receber vítimas da violência temos salas para atendimento dessas vítimas e também um local em que os filhos dessas mulheres podem aguardar enquanto as mães são atendidas por nossas equipes”.

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Atendimento psicossocial

As vítimas atendidas no Plantão Especializado contam também com atendimento da equipe psicossocial formada por assistentes sociais e psicólogas.

No primeiro mês de funcionamento da unidade foram realizados 310 atendimentos que incluem acolhimento, avaliação de risco e encaminhamentos das vítimas.

Adequação do prédio

Para o funcionamento do espaço foram necessárias obras de reforma e adequações internas para abrigar o atendimento, com salas apropriadas para acolhimento das vítimas, cartórios, salas de atendimento às vítimas, para as equipes que atuarão no local, além de uma brinquedoteca e playground para crianças. A obra teve um custo estimado de R$ 420 mil.

A primeira-dama Virgínia Mendes encabeçou voluntariamente inúmeras ações para arrecadar recursos, equipar e proporcionar melhorias garantindo um local acolhedor e com a estrutura necessária de atendimento às mulheres, acompanhantes e outros públicos que necessitam dos serviços prestados pela unidade policial. Por meio de suas ações foram arrecadados mais de R$ 200 mil para investimento na obra.

Fonte: PJC MT

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Condenado por homicídio, homem é localizado pela Polícia Civil em área rural de Juruena

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Assessoria/Polícia Civil-MT

Em diligências no interior do estado, policiais civis da Gerência Estadual de Polinter e Capturas (Gepol) prenderam mais um foragido da Justiça, que era procurado pelo crime de homicídio qualificado. O foragido foi localizado nesta sexta-feira (23) em uma área no município de Juruena (880 km a noroeste de Cuiabá).

 Após receber a ordem judicial de prisão, os policiais passaram a realizar as investigações para localizar o fugitivo. Os investigadores apuraram que o foragido, de 31 anos, poderia estar escondido em uma região de mata densa na zona rural entre os municípios de Juara, Juína e Juruena.

Depois de percorrer vários quilômetros em locais de difícil acesso, a equipe da Polinter conseguiu localizar o homem na altura do quilometro 45, da MT-174, conduzindo um veículo Chevrolet Vectra.

Após acompanhamento tático, os investigadores realizaram a abordagem e, em um primeiro momento, o homem se identificou com nome diverso do que constava no mandado judicial.  Porém, ao ser reinquirido pelos policiais, ele revelou seu verdadeiro nome e recebeu voz de prisão.

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Ao ser questionado se tinha arma de fogo, ele revelou que possuía uma arma longa em sua residência. Na casa, os policiais  localizaram o armamento e 82 munições de calibre 22 e mais 12 cartuchos intactos de calibre 32.

O preso foi encaminhado à delegacia da Polícia Civil para apresentação à autoridade policial e registro do cumprimento da prisão.

O mandado de prisão foi expedido pela 1ª Vara Criminal da Comarca de Sinop, por sentença penal condenatória de 14 anos por homicídio qualificado, cometido por motivo torpe ou circunstâncias que impossibilitaram a defesa da vítima.

O crime ocorreu em fevereiro de 2011 após uma discussão entre o réu e a vítima ocorrida por conta de uma dívida contraída após a aquisição de uma motocicleta. O réu tem antecedentes criminais pelos crimes de corrupção ativa, furto qualificado e estelionato.

 

Fonte: PJC MT

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