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Suspeito de estupro é preso em flagrante pela Polícia Civil, em hotel no norte de MT

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Um homem de 31 anos foi preso em flagrante por estupro pela Polícia Civil, neste domingo (15.05), em Guarantã do Norte. O suspeito foi preso dentro de um hotel, no centro da cidade.

A Delegacia da Polícia Civil recebeu a comunicação do fato no início da manhã deste domingo. A vítima relatou que conheceu o suspeito em um gastrobar da cidade, quando ele disse que estava hospedado em um hotel. Após sair do bar, ambos foram ao local de hospedagem, mas saíram logo depois, pois ela não se sentiu à vontade e pediu que ele a levasse para casa. No trajeto, o suspeito seguiu outro rumo e foi em sentido à rodovia para o Pará, quando parou o veículo em um local ermo e cometeu o abuso sexual, além de agredir a vítima.

Após as agressões, a vítima conseguiu se desvencilhar do suspeito e saltou do veículo, o que causou lesões nas pernas. Ela conseguiu pedir ajuda e seguiu para a delegacia.

Com base na descrição passada, os policiais civis seguiram em diligências para localizar o suspeito e o encontraram no hotel, onde foi confirmado que ele esteve no local, momentos antes em companhia de uma mulher, ficou por pouco tempo e depois saiu.

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O homem foi encontrado em um dos apartamentos do hotel e após confirmar que tinha um veículo, os policiais fizeram busca no interior do carro. Foi encontrada dentro do veículo a bolsa da vítima. O ho

Com apoio de uma equipe da PM, o homem foi detido em flagrante e encaminhado para a delegacia de Guarantã do Norte, onde foi autuado pelo crime de estupro pelo delegado Waner Neves.

A vítima foi encaminhada para realização de exame de corpo de delito.

Fonte: PJC MT

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Operação nacional sincroniza esforços no combate ao abuso e exploração sexual contra crianças e adolescentes

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No Brasil e sob a coordenação do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), foi deflagrada, nesta quinta-feira (30), a Operação Luz na Infância 9, com o objetivo de identificar autores de crimes de abuso e exploração sexual contra crianças e adolescentes praticados na internet.
 
A operação tem como alvo 163 mandados de busca e apreensão (74 no Brasil e 89 no Exterior), no Brasil e em mais 6 países, de arquivos com conteúdo relacionado aos crimes de exploração sexual praticados contra crianças e adolescentes. A ação conta com a participação da Polícia Civil de 13 estados (AL, BA, ES, GO, MA, MS, MT, PA, PB, PR, RN, RS e SP) e agentes de aplicação da lei dos Estados Unidos, Equador, Costa Rica, Paraguai, Panamá e Argentina.

Integração

Como órgão central do Sistema Único de Segurança Pública (Susp), o MJSP possui a legitimidade de fazer a intermediação, por meio da Seopi, com os órgãos que têm a atribuição de investigar crimes e, desta forma, sincronizar esforços para a deflagração conjunta de operações como a Luz na Infância.

“O foco é reprimir esse crime que tem contornos que não se identificam dentro de classes sociais. Ele acontece em qualquer camada da sociedade, na maioria das vezes, em caráter velado dentro de quatro paredes ou de uma pseudoproteção que a internet propicia”, explica o coordenador-geral de Combate ao Crime Organizado da Seopi, Carlos Bock. 

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Segundo ele, essa intermediação com as Polícias Civis é feita por meio do Laboratório de Operações Cibernéticas (Cyberlab), da Seopi.

Cyberlab 

O laboratório tem o papel de assessorar as diversas investigações de crimes cibernéticos que ocorrem no país. A partir dos desdobramentos, as polícias mapeiam suspeitos ou organizações criminosas, coletam a materialidade do crime e elementos que se desdobram em pedidos de busca e apreensão ou prisão dos autores. “O Cyberlab está sempre à disposição para assessorar o melhor desempenho do trabalho de quem conduz a investigação”, informa Bock.

O coordenador do Laboratório de Operações Cibernéticas da Seopi, Alesandro Barreto, explica que a integração com outros países na deflagração de operações ocorre a partir do compartilhamento de boas práticas de investigação. “Cada país inicia a sua investigação, cada um faz sua parte, só que a atuação é integrada com o mesmo objetivo [no caso da Luz na Infância]: repressão a crimes contra crianças e adolescentes”, diz.

Segundo ele, nesse contexto, a agência norte-americana Homeland Security Investigations (HSI) tem tido papel fundamental desde a capacitação de profissionais brasileiros ao compartilhamento de boas práticas do trabalho investigativo. A HSI é o principal braço investigativo do Departamento de Segurança Interna dos EUA, responsável por investigar crimes e ameaças transnacionais, especificamente aquelas organizações criminosas que exploram ilegalmente os sistemas de viagem, comércio internacional, finanças e imigração. 

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Prevenção

Alesandro Barreto alerta os familiares de crianças e adolescentes para o cuidado com o acesso deles à rede mundial de computadores. “Criança não tem segredo. Papai e mamãe conversem com seus filhos. Eles podem estar sendo alcançados por criminosos que utilizam perfis falsos os convencendo a compartilhar determinados tipos de conteúdo. Fiquem vigilantes. Se a gente trabalhar forte na prevenção, operações como essas, talvez não sejam mais necessárias nos próximos meses ou anos”, afirmou

De acordo com o presidente do Conselho Nacional dos Chefes das Polícias Civis  (CONCPC), Mário de Resende, com o avanço da tecnologia, há constante necessidade de investimento nas Polícias Civis no que se refere à investigação cibernética. “O Ministério da Justiça e Segurança Pública faz um importante trabalho nessa área, mas os estados também precisam se adequar a essa realidade”, disse.

Fonte: PJC MT

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