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À partir desta terça-feira Cuiabá começa a vacinar crianças acima de seis meses contra a Influenza

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Toda a população acima de 6 meses de idade poderá receber a vacina da Influenza em Cuiabá, a partir desta terça-feira (28).

O Ministério da Saúde ampliou a vacinação contra gripe no último sábado (25), e a Secretaria Municipal de Saúde vai reabastecer todas as unidades básicas hoje com o imunizante.

De acordo com a coordenadora da Vigilância Epidemiológica, Valéria de Oliveira, mesmo com a prorrogação da campanha contra Influenza até do dia 24 de junho, a cobertura vacinal continua muito baixa.

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“Nosso público alvo total da campanha é de cerca de 158 mil pessoas e conseguimos vacinar 31% desse grupo. A partir desta terça vamos liberar para toda a população e esperamos aumentar bastante a imunização contra a gripe”, diss.

Dentro dos grupos prioritários, o que teve maior cobertura foi o dos idosos, com 36,8%, seguido por profissionais da Saúde, com 29,3% e crianças, com 26,5%. Os demais grupos não chegaram a atingir 20% de cobertura vacinal.

“Recebemos para esta campanha pouco mais de 214 mil doses e ainda temos em estoque cerca de 100 mil. Infelizmente acabamos perdendo várias doses pelo fato de abrirmos o frasco e não aparecer mais pessoas para serem imunizadas”, comentou a coordenadora.

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Todas as unidades básicas de saúde aplicam a vacina contra a Influenza, com exceção daquelas onde é aplicada a vacina de Covid para crianças (UBS Quilombo, UBS Jardim Vitória I, UBS Parque Cuiabá, UBS Pedra 90 I e II e UBS da Guia).

A vacina protege contra a Influenza A H1N1, Influenza A H3N2 e Influenza B. Não é preciso fazer intervalo caso a pessoa tenha se vacinado contra a Covid-19.

 

Otavio Ventureli(da redação com Ascom)

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Infogripe indica queda de síndrome respiratória na maioria dos estados

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Registro de um leito para paciente Covid-19 em São Paulo
GOVSP

Registro de um leito para paciente Covid-19 em São Paulo

No novo boletim InfoGripe da Fiocruz, divulgado nesta quinta-feira, mostra que a maioria dos estados do país já apresenta sinal de queda nos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). O estudo aponta manutenção de queda em grande parte das unidades federativas do Sudeste, Centro-Oeste e Sul; sinal predominante de interrupção do crescimento com alguns estados já iniciando queda no Nordeste; e manutenção do indícios crescimento no Norte.

Referente à Semana Epidemiológica (SE) 31, período de 31 de julho a 6 de agosto, o documento tem como base os dados inseridos no Sistema de Informação de Vigilância Epidemiológica da Gripe (Sivep-Gripe) até o dia 8 de agosto.

A análise mostra queda nas tendência de longo (últimas seis semanas) e curto prazo (últimas três semanas). Nas últimas quatro semanas epidemiológicas, a prevalência entre os casos positivos foi de 1,9% para influenza A; 0,2% para influenza B; 5,9% para vírus sincicial respiratório (VSR); e 79,1% Sars-CoV-2 (Covid-19).

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Os dados referentes aos resultados laboratoriais por faixa etária seguem apontando para amplo predomínio do vírus Sars-CoV-2, especialmente na população adulta. No grupo de 0 a 4 anos, o volume de casos associados à Covid-19 se mantém acima do observado para o VSR nas últimas quatro semanas.

Referente aos casos de SRAG em 2022, já foram registrados 34.932 óbitos, sendo 26.259 (75,2%) com resultado laboratorial positivo para algum vírus respiratório, 6.949 (19,9%) negativos e ao menos 721 (2,1%) aguardando resultado laboratorial. Entre os óbitos, a prevalência entre os casos positivos nas quatro últimas semanas epidemiológicas foi de 1,0% para influenza A; 0,0% para influenza B; 0,3% para VSR; e 96,1% para Sars-CoV-2 (Covid-19).

Estados Observa-se que, das 27 unidades federativas, apenas Roraima apresenta sinal de crescimento na tendência de longo prazo até a SE 31. Dos demais estados e o Distrito Federal, quatro apresentam sinal de estabilidade (Amazonas, Amapá, Maranhão e Piauí), com os demais apresentando sinal de queda na tendência de longo prazo no mesmo período.

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No Rio Grande do Sul e Santa Catarina, que até a atualização passada apresentavam manutenção de patamar elevado em crianças, já apontam para situação de queda nessa faixa etária.

Capitais Três das 27 capitais apresentam indícios de crescimento na tendência de longo prazo até a SE 31: Belém (PA), Boa Vista (RR) e Recife (PE). Nas demais, há predomínio de sinal de queda, com sete capitais apresentando estabilidade nesse indicador.

Em oito dos 27 estados, observa-se ao menos uma macrorregião de saúde com sinal de crescimento na tendência de longo ou curto prazo: Acre, Amazonas e Roraima no Norte; Piauí e Sergipe no Nordeste; Espírito Santo e São Paulo no Sudeste; e Mato Grosso no Centro-Oeste.

Fonte: IG SAÚDE

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