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Agência dos EUA aprova uso de vacina da Johnson & Johnson, eficaz com uma dose

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Vacina da Johnson & Johnson
Foto: Reprodução/Facebook J&J

Vacina da Johnson & Johnson

Em breve, os Estados Unidos terão mais uma vacina contra Covid-19. Nesta sexta-feira (26), o comitê responsável pelas vacinas da Administração de Alimentos e Medicamentos (FDA) do país aprovou por unanimidade o imunizante da Janssen, braço farmacêutico da Johnson & Johnson, que receberá a aprovação de uso emergencial no país.  

Nesta semana, a FDA já havia apresentado um parecer positivo sobre a vacina, mas com a votação do comitê, não há mais barreiras para a distribuição em massa. A agência já comunicou tanto a empresa quanto membros do governo responsáveis pela campanha de vacinação, e a autorização pode sair já neste sábado (27).

O documento publicado pela FDA confirma que a vacina da Johnson & Johnson demonstrou 66,9% de eficácia na proteção contra casos de nível moderado a grave em 14 dias após a aplicação e 66,1% após 28 dias.

A proteção contra casos graves conferida pela vacina foi de 85,4% no geral. Analisando diferentes faixas etárias, foi possível perceber que a eficácia neste caso foi maior entre os adultos mais jovens (18 a 59 anos), com 91,7% de redução de riscos. Já entre quem tem 60 anos ou mais, a eficácia foi de 70,3%, mas o baixo número de casos acumulados nesta população traz incerteza sobre esse percentual.

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A vacina da Janssen pode ter um impacto forte na campanha de imunização no país, que tem vacinado a população em ritmo acelerado. O fato de ser a única comprovadamente eficaz com apenas uma dose permitiria ampliar mais rapidamente a cobertura vacinal. O contrato assinado com a empresa garante o fornecimento de 100 milhões de doses aos Estados Unidos, com opção de aquisição de mais 200 milhões.

O país também tem usado em grande escala as vacinas da Pfizer/BioNTech e da Moderna, que se demonstraram amplamente eficazes em estudos clínicos, mas foram testadas apenas em um regime de duas doses.

A permissão também poderia ser um bom sinal para o Brasil, onde a vacina da Johnson & Johnson foi testada, então a Anvisa já tem boa parte dos documentos necessários para realizar a análise e a aprovação. O imunizante está na lista das negociações em potencial do Ministério da Saúde, mas até o momento não há indicação de que a assinatura do contrato de fornecimento está próxima.

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Fonte: IG SAÚDE

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Momento Saúde

Pfizer: 1 milhão de doses da vacina serão distribuídas em maio

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O Ministério da Saúde anunciou hoje (22) que enviará a estados e municípios 1 milhão de doses da vacina da Pfizer/BioNTech contra a covid-19 no mês de maio. Serão distribuídas inicialmente 500 mil doses no início do mês para a primeira dose. Uma semana depois, será encaminhada nova remessa com mais 500 mil doses.

Semana passada, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, divulgou que a Pfizer vai adiantar a entrega de 2 milhões de doses do imunizante para o Brasil no primeiro semestre. O governo brasileiro tem um contrato com a farmacêutica para a entrega de 100 milhões de doses até o final de 2021. Segundo Queiroga, estão garantidas 15,5 milhões de doses da vacina da Pfizer para os meses de abril, maio e junho.

A orientação do Ministério da Saúde é que as secretarias estaduais de saúde priorizem cidades com câmaras refrigeradas. Isso porque a vacina da Pfizer/BioNTech demanda temperaturas especiais de armazenamento.

Em condições normais, ela deve ser guardada em um ambiente de -90º à -60º. A Anvisa permitiu uma flexibilização desse patamar, autorizando de – 25º à -15º. Contudo, essa condição só pode ocorrer por até 14 dias.

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Uma vez retiradas dos refrigeradores e colocadas na rede de frio nacional, cuja conservação é de temperaturas de 2 graus Celsius a 8 graus Celsius, as equipes de saúde têm até cinco dias para fazer a aplicação sem risco de prejudicar a eficácia do imunizante.

Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Saúde

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