Momento Saúde

Alvo de desconfiança, entenda como foi criada a vacina russa

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Vacina da Rússia contra a Covid-19
Ministério da Saúde da Rússia

Imunizante é visto com desconfiança pela falta de informações divulgadas pelo governo

Vista com desconfiança no mundo, a vacina Gam-COVID-Vac Lyo, feita pelo Instituto de Pesquisa Gamaleya, é a aposta do governo russo para chegar na frente na corrida por um imunizante contra a Covid-19. Nesta terça-feira (11), o presidente Vladimir Putin anunciou que o país registrou a primeira vacina do mundo  contra o novo coronavírus (Sars-CoV-2).

Até agora poucas informações sobre a vacina foram divulgadas por autoridades russas, mas o que se sabe é que o produto consiste de um “vetor viral não replicante”.

Isso significa dizer que a vacina é essenciamente feita de RNA, material genético do vírus que é capaz de produzir “antígenos”. Essas moléculas são similares ao novo coronavírus para e “treinam” o sistema imune da pessoa para atacar o patógeno no caso de uma infecção real.

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Nesse caso, o RNA da vacina é transportado para dentro do organismo dos voluntários por meio de um outro vírus que não é capaz de se reproduzir. Daí é que vem o nome “não replicante”.

O teste da vacina russa foi registrado no portal ClinicalTrials.gov, dos NIH (Institutos Nacionais de Saúde dos EUA), que a OMS está usando como referência no compartilhamento de informações sobre os imunizantes em desenvolvimento.

Não há nenhuma linha compartilhada com o público, ainda, sobre resultados dos testes, que teriam sido feitos em 38 voluntários.

Fonte: IG SAÚDE

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Momento Saúde

Brasil terá maior fábrica de vacinas da América Latina

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A Fundação Oswaldo Cruz e a Companhia de Desenvolvimento Industrial do Estado do Rio de Janeiro (Codin) assinaram hoje (17) acordo para instalação da maior fábrica de vacinas da América Latina. O Complexo Industrial de Biotecnologia em Saúde vai ocupar uma área de 580 mil metros quadrados e terá capacidade de produção de 120 milhões de frascos de vacinas e biofármacos por ano e será instalada em Santa Cruz, na zona oeste do Rio de Janeiro.

As vacinas contra meningite, hepatite e tríplice bacteriana, que atualmente são importadas, vão passar a sair do polo. O acordo prevê a construção de nove prédios e a inauguração está prevista para 2023 e deverá gerar cinco mil empregos diretos. O complexo será responsável por toda produção de vacinas da Fiocruz, inclusive a de covid-19, quando esta for aprovada.

Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Saúde

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