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Anvisa diz que não recebeu documentos para aprovação do autoteste

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O autoteste já é utilizado em diversos países do mundo
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O autoteste já é utilizado em diversos países do mundo

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou que ainda não recebeu a nota técnica sobre os autotestes para detecção da covid-19 , doença causada pelo coronavírus, que teria sido enviado pelo Ministério da Saúde na quinta-feira (13/1).

O secretário-executivo do Ministério da Saúde, Rodrigo Otávio Cruz, respondeu a informação e afirmou que a pasta vai reenviar a nota técnica, que teria sido encaminhada por e-mail pelo Sistema Eletrônico de Informações (SEI).

Segundo comunicado, “todos os sistemas da Anvisa foram checados e não registraram a chegada do documento. A possibilidade de envio por e-mail também está sendo verificada e até o momento não foi encontrada mensagem do Ministério da Saúde com o referido anexo.”

“A agência está pronta para analisar a proposta do Ministério da Saúde , mas para isso precisa tomar ciência do conteúdo de forma oficial, pelos meios corretos de troca de informações.”

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O Ministério da Saúde afirmou na noite de quinta-feira, em comunicado, que enviou à Anvisa o pedido e a documentação necessária para a liberação da venda dos autotestes.

Nesta sexta-feira, Rodrigo Otávio Cruz, informou que: “Falei hoje cedo com uma diretora da Anvisa. A gente mandou um e-mail ontem, às dezenove horas e quarenta e poucos minutos, vamos reencaminhar o e-mail pra eles, para que possam receber”. E adiciona “De toda forma, já encaminhamos o conteúdo da nota, eles têm. É só questão de ajustar essa formalidade, mas o e-mail foi enviado. Se de fato não chegou, nos próximos minutos chegará lá”, finaliza.

Enquanto o Brasil espera pela aprovação, o autoteste já é utilizado em diversos países do mundo. O objetivo de sua liberação para os brasileiros é expandir o diagnóstico da covid-19 para pessoas sintomáticas e assintomáticas para monitoramento da situação e direcionar os esforços na contenção da pandemia no território nacional.

Fonte: IG SAÚDE

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Covid-19: Internação de crianças e adolescentes sobe 61% em SP

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Covid-19: Internação de crianças e adolescentes sobe 61% em SP
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Covid-19: Internação de crianças e adolescentes sobe 61% em SP

A internação de crianças e adolescentes em Unidades de Terapia Intensivo (UTI), devido à  Covid-19, aumentou 61% nos últimos dois meses. Segundo o governo do estado, em 15 de novembro de 2021 haviam 106 crianças em UTI.

Na última segunda-feira, o número já chegava a 171 crianças e adolescentes de até 18 anos internadas em estado grave, em leitos de terapia intensiva.

“Esse aumento mostra a necessidade de acelerar a vacinação nesta faixa etária”, afirmou o governador João Doria, em coletiva realizada nesta quarta-feira.

A expectativa do governo de São Paulo é que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) libere a aplicação da vacina CoronaVac para crianças e adolescentes de 3 anos a 17 anos de idade amanhã, quinta-feira, numa reunião que começa às 10 horas da manhã. Doria prometeu iniciar a vacinação com Coronavac imediatamente, 15 minutos depois da liberação pela Anvisa.

Dimas Covas, presidente do Instituto Butantan, que fabrica a CoronaVac, informou que o laboratório já tem 15 milhões de doses prontas para aplicação em crianças e adolescentes, das quais 10 milhões deverão ser aplicadas nos 645 municípios do estado.

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As doses de CoronaVac também poderão ser negociadas com o governo federal, caso o Ministério da Saúde solicite, ou com governos de outros estados.

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Por enquanto, o governo federal liberou apenas 10% da quantidade necessária para vacinação da faixa etária entre 5 a 11 anos de idade, produzidas pela Pfizer, em todo o país.

“A CoronaVac tem o melhor perfil de segurança para essa faixa etária. É absolutamente segura e temos confiança que a Anvisa deverá aprovar”, disse Covas.

Coordenadora do programa de vacinação em São Paulo, Regiane de Paula informou que, tendo vacina disponível, os municípios terão condições de aplicar 250 mil doses de vacina diariamente.


Caso seja aprovada, a vacina produzida pelo Butantan poderá imunizar crianças com idade a partir de 3 anos de idade. O uso depende, porém, do aval da Anvisa. No caso da Pfizer, já adotada pelo governo federal, a vacina pode ser aplicada em crianças a partir de 5 anos.

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São Paulo tem hoje 2.842 pessoas internadas em UTI. Apesar do aumento ocorrido a partir do início do ano, o número de internações ainda está bem abaixo dos períodos de pico – 6.500 na primeira onda e 13.150 na segunda onda.

Fonte: IG SAÚDE

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