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Áreas de silêncio podem conter a transmissão do novo coronavírus; entenda

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Mulher com o dedo indicador sob os lábios.
Pixabay/Philm

Zonas de silêncio em espaços fechados de alto risco podem ajudar a reduzir contágio pelo novo coronavírus

Pesquisadores da Universidade da Califórnia de Davis descobriram que diminuir o volume da fala pode reduzir a disseminação do  novo coronavírus (Sars-Cov-2)

Segundo o estudo, uma redução de 6 decibéis nos níveis médios da fala pode ter o mesmo efeito de dobrar a ventilação de um ambiente. “Os resultados levam a crer que as autoridades de saúde pública deveriam cogitar implantar ‘zonas de silêncio’ em ambientes fechados de alto risco, como salas de espera de hospitais ou locais de alimentação”, escreveram os pesquisadores responsáveis pela pesquisa.

A possibilidade de que o Sars-CoV-2 seja transmitido pelo ar foi reconhecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em julho, desde então estuda-se o fato de que gotículas  expelidas durante a fala podem ser agentes de transmissão.

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De acordo com o documento, as partículas que ficam no ar após a fala são grandes o suficiente para transportar uma quantidade viável de vírus.  Um aumento de volume de cerca de 35 decibéis, ou a diferença entre sussurrar e gritar, aumenta a taxa de emissão de partículas em 50 vezes.

Uma conversa normal fica acima da faixa dos 10 decibéis, e o ruído ambiente de restaurantes é de cerca de 70. Apesar disso o pesquisador-chefe, William Ristenpart, afirma que “nem todos os ambientes fechados são iguais em termos de risco de transmissão pelo ar”.

“Uma sala de aula cheia, mas silenciosa, é muito menos perigosa do que um bar de karaokê sem multidão onde os clientes estão socialmente distantes, mas conversando e cantando com música alta de fundo”, aponta.

Fonte: IG SAÚDE

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Momento Saúde

Hospital de Campanha do Ibirapuera dá alta ao último paciente

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Com 35.063 mortes por covid-19 e 970.888 pessoas infectadas pela doença causada pelo novo coronavírus desde março, o estado de São Paulo encerrou hoje (26) as atividades do Hospital de Campanha do Ibirapuera, último hospital de campanha voltado para pacientes com o novo coronavírus.

A data foi marcada por celebração para homenagear pacientes e profissionais que estiveram na linha de frente do combate ao novo coronavírus. O hospital estava em funcionamento desde 1º de maio e foram atendidos 3.189 pacientes até este sábado. Os equipamentos serão doados para entidades assistenciais e para unidades de saúde pública.

Cada profissional que atuou no local saiu da estrutura hospitalar com uma medalha, com a frase “Você fez a diferença. Nossa força vem da união”, carregando balões nas cores azul e branca. As bexigas foram lançadas ao ar para representar e homenagear todas as 2,4 mil vidas salvas no hospital.

Além disso, a primeira paciente internada no hospital, Aparecida Andreza Silva Viana, esteve presente para acompanhar a saída do último paciente, Iray Fernandes, a alta de número 2.433. Ambos são moradores da Grande São Paulo.

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Boletim do estado

O Estado de São Paulo registra até este sábado o acumulado de 35.063 óbitos e 970.888 casos confirmados do novo coronavírus. Entre o total de casos diagnosticados com covid-19, 823.720 estão recuperados, sendo que 106.044 foram internadas e tiveram alta hospitalar.

As taxas de ocupação dos leitos de UTI são de 44,8% na Grande São Paulo e 45,9% no estado. O número de pacientes internados é de 8.932, sendo 5.052 em enfermaria e 3.880 em unidades de terapia intensiva, conforme dados das 11h deste sábado.

Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Saúde

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