Momento Saúde

Brasil chega a 100 milhões de pessoas completamente imunizadas

Publicados

em


source
Moradores de Duque de Caxias após flexibilização do uso de máscaras
Tomás Silva/Agência Brasil

Moradores de Duque de Caxias após flexibilização do uso de máscaras

O Brasil alcançou, nesta quarta-feira, a marca de 100 milhões de pessoas completamente imunizadas contra Covid-19 com dose única ou duas doses de vacina, segundo o Ministério da Saúde. O número representa 62,5% da população.

De acordo com dados da pasta, mais de 93% dos brasileiros já tomaram a primeira dose da vacina contra a doença. O marco foi anunciado pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, em seu perfil no Twitter.

Leia Também

O índice foi alcançando um dia depois de o presidente Jair Bolsonaro afirmar que não vai se vacinar contra a doença. Em entrevista à Rádio Jovem Pan, na terça-feira, Bolsonaro disse que “viu novos estudos” e decidiu não se vacinar.

“No tocante à vacina, eu decidi não tomar mais. Estou vendo novos estudos. A minha imunização está lá em cima. Para quê vou tomar a vacina? Seria a mesma coisa jogar na loteria R$ 10 para ganhar R$ 2. Não tem cabimento isso daí”, disse Bolsonaro.

A vacinação, segundo especialistas, é a principal estratégia contra a Covid-19. A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda a aplicação de imunizantes. Todas as vacinas disponíveis no Brasil passaram pelo crivo da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que analisou dados e ensaios clínicos relacionados aos imunizantes.

Atualmente, o Ministério da Saúde disponibiliza doses de quatro vacinas aos municípios brasileiros: AstraZeneca, produzida por laboratório de mesmo nome em parceria com a Fiocruz; CoronaVac, produzida pelo Instituto Butantan em parceria com o laboratório chinês Sinovac; a vacina da Pfizer; e a vacina da Janssen.

Fonte: IG SAÚDE

Propaganda

Momento Saúde

Sem comprovação para covid, ivermectina causou confusão mental e outros sintomas

Publicados

em


source
Ivermectina causou efeitos colaterais
Isabela Silveira

Ivermectina causou efeitos colaterais

Um estudo publicado pelo New England Journal of Medicine revelou que a administração da ivermectina no tratamento de com covid-19 nos Estados Unidos intoxicou pacientes, levando-os a efeitos colaterais graves, como confusão mental, falta de coordenação dos movimentos do corpo e até convulsões.

A ivermectina faz parte do kit covid – grupo de medicamentos que não têm eficácia comprovada contra a doença, mas que foram amplamente divulgados, prescritos e apoiados até pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

Os pesquisadores acompanharam 21 pessoas que entraram em contato com o Centro de Envenenamento de Oregon, em Portland, nos Estados Unidos, relatando os efeitos colaterais. Onze delas usaram o medicamento para prevenir a covid, outras para tratar os sintomas.

Seis foram hospitalizados, quatro internados em UTI e quatro apresentaram problemas gastrointestinais. Três relataram confusão mental, dois, falta de coordenação dos movimentos e fraqueza, outros dois tiveram hipotensão e um, convulsões. Os sintomas não demoraram a aparecer: bastaram duas horas após a ingestão de uma dose grande do remédio.

“Não há boas evidências de que [a ivermectina] possa prevenir ou tratar a covid-19”, afirmou Robert Hendrickson, um dos autores da pesquisa, da Universidade de Saúde e Ciência de Oregon. “Mas pode causar toxidade, e causou toxidade quando usado por esse motivo específico”, completou.

Em seis pessoas, os sintomas surgiram de forma gradual, ao passo que as doses iam sendo ingeridas. Nos Estados Unidos, as prescrições da substância, aprovada originalmente para tratar infecções parasitárias, aumentaram de 3,6 mil por semana para 88 mil.

Fonte: IG SAÚDE

Continue lendo

MOMENTO POLICIAL

MOMENTO DESTAQUE

MOMENTO MULHER

MOMENTO PET

MAIS LIDAS DA SEMANA