Momento Saúde

Brasil confirma mais 461 mortes por covid-19

Publicados

em


O Brasil confirmou mais 461 mortes decorrentes de complicações causadas pelo novo coronavírus. Com isso, o país atingiu a marca de 153.675 óbitos causados pela covid-19 desde que o primeiro caso da doença foi registrado no país, no fim de fevereiro deste ano.

Os números constam do balanço diário que o Ministério da Saúde divulgou no início da noite de hoje (17). Repassados pelas secretarias de saúde dos estados, o boletim leva em consideração as informações registradas em um período de 24 horas. 

Segundo a pasta, mais 24.062 diagnósticos positivos foram contabilizados no último período, elevando para 5.224.362 o total de casos confirmados da doença em todo o país. A população brasileira supera os 210,1 milhões de habitantes – o que significa dizer que a presença do vírus foi atestado em menos de 3% da população.

Entre os casos já confirmados, 4.635.315 pacientes se recuperaram da doença, o que equivale a 88,7% do total de pessoas cujos testes confirmaram a infecção pelo novo coronavírus. Outros 435.372 pacientes seguem em tratamento.

Covid-19 nos estados

Em termos absolutos, as unidades da federação com mais mortes são São Paulo (37.992, para 1.062.634 casos); Rio de Janeiro (19.715, para 289.569 casos), Ceará (9.207 para 264.245 casos), Pernambuco (8.480 para 155.923 casos) e Minas Gerais (8.405, para 333.998 casos).

Leia Também:  "Saímos confiantes" diz Doria sobre reunião com a Anvisa

As unidades da Federação com menos óbitos são Acre (679), Roraima (681), Amapá (731), Tocantins (1.042) e Rondônia (1.421).

Balanço do novo coronavírus divulgado pelo Ministério da Saúde no dia 17/10Balanço do novo coronavírus divulgado pelo Ministério da Saúde no dia 17/10

Balanço do novo coronavírus divulgado pelo Ministério da Saúde no dia 17/10 – Divulgação/ Ministério da Saúde

 

Edição: Lílian Beraldo

Fonte: EBC Saúde

Propaganda

Momento Saúde

“Situação obviamente não é técnica, tem componentes políticos”, diz Dimas Covas

Publicados

em


source
Dimas Covas%2C diretor do Instituto Butantan
Governo do Estado de São Paulo/Divulgação

Dimas Covas, diretor do Instituto Butantan

O diretor do Instituto Butantan , Dimas Covas , que lidera a produção da Coronavac pelo governo do estado de São Paulo em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac Biotech , avalia que houve um “componente político e ideológico” na decisão do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) de barrar as intenções de compra do Ministério da Saúde da vacina contra a Covid-19 .

“Houve alguma mudança de rota, claramente. Nós só fornecemos vacina para o ministério [da Saúde], não fornecemos vacina para nenhuma outra instituição. E todas as conversas, todas as negociações que já duram alguns meses, desembocaram no convite do ministro [da Saúde, Eduardo Pazuello] para celebrar o primeiro acordo. Foi o que aconteceu durante a semana”, afirmou em entrevista ao UOL .

“Acredito também que o próprio ministério [da Saúde], os técnicos do ministério que estavam negociando tiveram dificuldade para entender. É muito difícil, é uma situação que obviamente não é técnica, ela tem componentes políticos, componentes ideológicos por trás disso”, completou.

Leia Também:  Com média móvel abaixo de 500, Brasil passa de 156 mil mortes por Covid-19

Apesar do revés, o diretor disse que espera uma solução rápida para o impasse porque as primeiras doses não devem demorar muito para ficarem prontas. A previsão era a de que o início da vacinação da população já poderia ser em janeiro de 2021.

Nesta sexta-feira (23), o presidente da Câmara, Rodrigo Mai a (DEM-RJ), participou da entrevista realizada tradicionalmente no Palácio dos Bandeirantes para atualizar as informações do combate à Covid-19 no estado de São Paulo.

Para Covas, a atuação de Maia pode ser importante para tirar o caráter político da produção da vacina. “Obviamente que um entendimento nacional em relação à necessidade da vacina seria o mundo ideal. Tirar um pouco desta conotação de disputa política, que não ajuda muito. O nosso governador declarou que ele está absolutamente aberto ao diálogo”, disse.

Fonte: IG SAÚDE

Continue lendo

MOMENTO POLICIAL

MOMENTO DESTAQUE

MOMENTO MULHER

MOMENTO PET

MAIS LIDAS DA SEMANA