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Brasil inicia testes de medicamento anti-Covid-19 fabricado na Itália

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cartelas de remédio
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Caso os resultados sejam positivos, os exames da terceira fase do estudo envolverão 111 voluntários


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou nesta terça-feira (1º) o início da segunda fase de testes clínicos com um medicamento desenvolvido pela empresa italiana Dompé para combater o novo coronavírus  Sars-CoV-2, que causa a Covid-19 .


Em comunicado, a indústria farmacêutica informa que o remédio Reparixin será administrado em pacientes adultos infectados pela Covid-19, que estão hospitalizados com quadro de pneumonia grave.

O objetivo do ensaio clínico “Repavid-19” é avaliar a eficácia e segurança do medicamento em pelo menos 10 centros hospitalares em São Paulo (Presidente Prudente, São José do Rio Preto, Varginha), Distrito Federal, Bahia (Salvador), Minas Gerais e Santa Catarina (Criciúma).

Desenvolvido na área de oncologia, o medicamento fabricado na Itália inibe a ação da chamada interleucina-8 (IL-8), uma das proteínas que sinalizam a inflamação possivelmente associada a lesões pulmonares observadas em pacientes. Ao todo, 48 pessoas serão testadas na Fase 2.

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De acordo com a Dompé, caso os resultados sejam positivos, os exames da terceira fase do estudo envolverão 111 voluntários, incluindo infectados dos Estados Unidos.

O protocolo “Repavid-19” foi autorizado pela Agência Italiana de Medicamentos (Aifa) em maio deste ano e a empresa farmacêutica já preparou uma extensão do estudo que permitirá uma transição rápida para a fase seguinte, caso haja sucesso na Fase 2.

Fonte: IG SAÚDE

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Momento Saúde

Média de mortes por covid-19 no Brasil cai 10,35% em uma semana

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A média diária de mortes por covid-19, de acordo com a média móvel de sete dias, no Brasil chegou a 687,86 casos ontem (25), segundo dados da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Houve queda de 10,35%, ou 79,23 registros a menos, em relação à sexta-feira anterior (18), quando haviam sido registradas 767,29 mortes.

A média móvel de sete dias é calculada somando-se o número de mortes nesse intervalo de tempo (o dia de referência mais os seis dias anteriores) e dividindo-se o total por sete. Com isso, é possível reduzir o impacto de oscilações diárias.

Esse é o menor número médio de mortes desde o dia 9 de setembro (682,86). O pico de mortes (1.095,14) foi atingido em 25 de julho. Desde então, apresentou tendência de queda (com oscilações e leves altas) até o dia 9 de setembro. Depois disso, as mortes voltaram a aumentar até chegarem a 814,57 no último dia 15 e depois caíram novamente.

A média diária, de acordo com a média móvel de sete dias, de novos casos é de 27.587,86. Também aqui há uma tendência de queda, mas desde o dia 16 de setembro, quando foram registrados 31.374,86 novos casos.

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Entre os estados, há aqueles que apresentaram na última semana altas e aqueles que apresentaram queda. Entre as quedas, destacam-se Rondônia (-46%), Pará (-43,34%), Santa Catarina (-26,17%) e Rio Grande do Sul (-20,26%).

Entre as altas ocorridas do dia 18 de setembro até ontem aparecem Paraíba (17,5%), Sergipe (15,29%), Espírito Santo (12,44%). Roraima e Rio Grande do Norte não tiveram seus dados divulgados ontem.

Edição: Graça Adjuto

Fonte: EBC Saúde

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