Momento Saúde

Brasil tem 12,6 mil novas infecções por covid-19 em 24h

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O governo federal empenhou quase R$ 34,3 bilhões para a compra de cerca de 650 milhões de imunizantes
James Gallagher – Reporter de ciência de saúde

O governo federal empenhou quase R$ 34,3 bilhões para a compra de cerca de 650 milhões de imunizantes

O Brasil registrou 12.613 novos casos de covid-19 em 24 horas em todo o país. De acordo com as secretarias estaduais e municipais, foram confirmadas 99 mortes por complicações associadas à doença. Os dados estão na atualização do Ministério da Saúde divulgada neste domingo.

Com os novos dados, o total infecções pelo novo coronavírus durante a pandemia chegou a 30.791.220. O número de casos de covid-19 em acompanhamento está em 293.574.

Com os números de hoje, o total de mortes chegou a 665.627. Ainda há 3.212 mortes em investigação. As ocorrências envolvem casos em que o paciente faleceu, mas a investigação sobre a causa, se foi covid-19, ou não, ainda demanda exames e procedimentos complementares.

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Até agora, 29.832.019 pessoas se recuperaram da covid-19, o que corresponde a 96,9% dos infectados desde o início da pandemia.

Pesquisa inédita no Brasil busca novas variantes da covid-19 no país
Reprodução: BBC News Brasil

Pesquisa inédita no Brasil busca novas variantes da covid-19 no país

De acordo com o boletim, o Distrito Federal e sete estados não atualizaram os dados neste domingo: Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Rio de Janeiro, Roraima e Tocantins.

Neste domingo, chegou ao fim o estado de Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional (Espin), decretado em função da pandemia de covid-19.

A portaria com a decisão foi assinada pelo ministro da Saúde , Marcelo Queiroga, em 22 de abril, e previa 30 dias para que estados e municípios se adequassem à nova realidade.

A decisão do governo brasileiro foi tomada com base do cenário epidemiológico mais arrefecido e o avanço da Campanha de Vacinação no país. Segundo o Ministério da Saúde , apesar da medida, nenhuma política pública de saúde será interrompida.

Fonte: IG SAÚDE

Momento Saúde

Infogripe indica queda de síndrome respiratória na maioria dos estados

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Registro de um leito para paciente Covid-19 em São Paulo
GOVSP

Registro de um leito para paciente Covid-19 em São Paulo

No novo boletim InfoGripe da Fiocruz, divulgado nesta quinta-feira, mostra que a maioria dos estados do país já apresenta sinal de queda nos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). O estudo aponta manutenção de queda em grande parte das unidades federativas do Sudeste, Centro-Oeste e Sul; sinal predominante de interrupção do crescimento com alguns estados já iniciando queda no Nordeste; e manutenção do indícios crescimento no Norte.

Referente à Semana Epidemiológica (SE) 31, período de 31 de julho a 6 de agosto, o documento tem como base os dados inseridos no Sistema de Informação de Vigilância Epidemiológica da Gripe (Sivep-Gripe) até o dia 8 de agosto.

A análise mostra queda nas tendência de longo (últimas seis semanas) e curto prazo (últimas três semanas). Nas últimas quatro semanas epidemiológicas, a prevalência entre os casos positivos foi de 1,9% para influenza A; 0,2% para influenza B; 5,9% para vírus sincicial respiratório (VSR); e 79,1% Sars-CoV-2 (Covid-19).

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Os dados referentes aos resultados laboratoriais por faixa etária seguem apontando para amplo predomínio do vírus Sars-CoV-2, especialmente na população adulta. No grupo de 0 a 4 anos, o volume de casos associados à Covid-19 se mantém acima do observado para o VSR nas últimas quatro semanas.

Referente aos casos de SRAG em 2022, já foram registrados 34.932 óbitos, sendo 26.259 (75,2%) com resultado laboratorial positivo para algum vírus respiratório, 6.949 (19,9%) negativos e ao menos 721 (2,1%) aguardando resultado laboratorial. Entre os óbitos, a prevalência entre os casos positivos nas quatro últimas semanas epidemiológicas foi de 1,0% para influenza A; 0,0% para influenza B; 0,3% para VSR; e 96,1% para Sars-CoV-2 (Covid-19).

Estados Observa-se que, das 27 unidades federativas, apenas Roraima apresenta sinal de crescimento na tendência de longo prazo até a SE 31. Dos demais estados e o Distrito Federal, quatro apresentam sinal de estabilidade (Amazonas, Amapá, Maranhão e Piauí), com os demais apresentando sinal de queda na tendência de longo prazo no mesmo período.

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No Rio Grande do Sul e Santa Catarina, que até a atualização passada apresentavam manutenção de patamar elevado em crianças, já apontam para situação de queda nessa faixa etária.

Capitais Três das 27 capitais apresentam indícios de crescimento na tendência de longo prazo até a SE 31: Belém (PA), Boa Vista (RR) e Recife (PE). Nas demais, há predomínio de sinal de queda, com sete capitais apresentando estabilidade nesse indicador.

Em oito dos 27 estados, observa-se ao menos uma macrorregião de saúde com sinal de crescimento na tendência de longo ou curto prazo: Acre, Amazonas e Roraima no Norte; Piauí e Sergipe no Nordeste; Espírito Santo e São Paulo no Sudeste; e Mato Grosso no Centro-Oeste.

Fonte: IG SAÚDE

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