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Brasil tem 158,4 mil mortes por covid-19 desde início da pandemia

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O balanço divulgado hoje (28) pelo Ministério da Saúde (MS) mostra 28.629 novos casos de covid-19 em 24 horas, desde o boletim divulgado ontem. Agora são 5.468.270 de casos desde o começo da pandemia. Além disso, foram registradas 510 novas mortes, totalizando 158.456 óbitos. Do total de infectados, 4.934.548 pessoas (90,2%) se recuperaram da doença.

O balanço do Ministério da Saúde é feito a partir de registros reunidos pelas secretarias estaduais de saúde e enviados à pasta para consolidação.

Covid-19 nos estados

São Paulo chegou a 1.103.582 de pessoas contaminadas. Os outros estados com maior número de casos no país são Minas Gerais (353.311) e Bahia (349.711). Já o Acre tem o menor número de casos (30.545), seguido de Amapá (51.523) e Roraima (56.469).

São Paulo também lidera o número de pessoas que morreram por complicações da covid-19, com 39.007 mortes. Rio de Janeiro (20.376) e Ceará (9.325) aparecem na sequência. Os estados com menos mortes são Acre (691), Roraima (692) e Amapá (744).

Edição: Aline Leal

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Fonte: EBC Saúde

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Momento Saúde

“Vacinas não equivalem a zero Covid”, alerta diretor-executivo da OMS

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Michael Ryan, da OMS.
Reprodução/Yotube

Michael Ryan, diretor executivo da OMS.

Nesta sexta-feira (4), o diretor-executivo e especialista em emergências da Organização Mundial da Saúde (OMS) , Mike Ryan, afirmou que as vacinas são muito importantes para combater o novo coronavírus (Sars-Cov-2), mas não vão acabar com a pandemia sozinhas. As informações foram dadas pelo jornal O Globo .

“Vacinas não equivalem a zero Covid “, afirmou Mike Ryan. Ele também lembrou que há dados indicando que a proteção das vacinas pode não ser vitalícia.

O diretor geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, disse que “o progresso nas vacinas nos dá um impulso e agora podemos começar a ver a luz no fim do túnel”.

“No entanto, a OMS está preocupada com a crescente percepção de que a pandemia da Covid-19 acabou”, complementa ele.

Tedros pontuou que a pandemia ainda tem um longo caminho a percorrer e que as decisões dos cidadãos e dos governos influenciam quanto tempo ela ainda vai durar.

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Ele reconhece que 2020 foi um ano difícil e que as pessoas estão cansadas, mas reitera a gravidade da situação.

“A verdade é que atualmente muitos lugares estão testemunhando uma transmissão muito alta do coronavírus, o que está colocando uma enorme pressão sobre hospitais, unidades de terapia intensiva e profissionais de saúde”, destacou o diretor geral da OMS.

Fonte: IG SAÚDE

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