Momento Saúde

Brasil tem 2,7 milhões de casos e 93,6 mil mortes por covid-19

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O Brasil registrou, desde o início da pandemia,  2,70 milhões de pessoas infectadas pelo covid-19,  segundo balanço divulgado neste sábado (1º) pelo Ministério das Saúde. O número é 45,4 mil maior do que o divulgado no levantamento anterior. O número atualizado de recuperados está em 1,86 milhão. Há ainda 748,59 mil pacientes sendo acompanhados.

O novo coronavírus causou a morte de 93,57 mil pessoas no Brasil desde o início da pandemia. Segundo o balanço, de ontem (31) para hoje  foram registradas mais 1.088 mortes.

A taxa de letalidade (número de mortes pelo total de casos) está em 3,5%; e a de mortalidade (quantidade de óbitos por 100 mil habitantes) em 44,5.

Estados

São Paulo continua sendo a unidade federativa com maior número de mortes por covid-19, com 23.236 óbitos. Em segundo lugar está o Rio de Janeiro, que registra 13.556 mortes. Em terceiro lugar está o Ceará (7.698), seguido por Pernambuco (6.597) e pelo Pará (5.750).

São Paulo lidera também no total de casos diagnosticados, com 552.318 pessoas testando positivo para a doença. Em segundo lugar está o Ceará, com 175.928 diagnósticos positivos; Bahia (168.926) e Rio de Janeiro (167.213).

Situação epidemiológica da covid-19 no BrasilSituação epidemiológica da covid-19 no Brasil

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Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Saúde

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Momento Saúde

Tragédia no Brasil é causada por “acúmulo de erros”, diz Drauzio sobre Covid-19

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Drauzio Varella
YouTube/ Reprodução

Drauzio Varella comentou sobre a dificuldade do Brasil no combate à pandemia de Covid-19

O médico Drauzio Varella se manifestou hoje (6) sobre a situação da pandemia de Covid-19 no Brasil. Para ele, o país — segundo com mais vítimas fatais da pandemia no mundo — está nessa situação “por um acúmulo de erros” que continua repetindo. Um dos fatores apontados pelo oncologista é não seguir as recomendações da ciência.

“Todo o pessoal de ciência dizendo ‘o isolamento é fundamental’, e o governo federal apontando na direção oposta”, comentou em entrevista à Globonews . “O problema do isolamento é que você tem que fazer de cara. Ele não pode ser muito prolongado, mas tem que ser um isolamento para valer. E nós nunca tivemos isso.”

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“Tinha que ter sido um isolamento muito rápido. E muito eficaz, abrangente, chegar a níveis de 60%, 70%, porque aí você consegue ter um controle da epidemia. Quando passa essa fase e você não consegue esses níveis de isolamento, as pessoas começam a ir para a rua, e, aí, não tem segredo: quanto mais gente na rua, mais disseminação do vírus, mais mortes pela doença”, complementou o médico.

Sobre a retomada das atividades econômicas no país, Drauzio também se mostrou crítico.

“Você nao vai encontrar um epidemiologista digno desse nome que te diga que está na hora de abrir. Não vai pegar um país que está tendo mil mortes por dia e achar que está tudo bem, que as pessoas podem ir para a rua.”

Drauzio ainda criticou a “apregoação” de remédios tidos como “salvação” da doença — como os casos da cloroquina e ivermectina, ambos sem eficácia comprovada para o combate à Covid-19, comentou também sobre as vacinas que estão em desenvolvimento ao redor do mundo

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“A vacina não vai resolver o problema atual”, disse o médico. As autoridades brasileiras estimam que a imunização deve chegar no país no início de 2021.

Fonte: IG SAÚDE

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