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Brasil volta a registrar mais de 40 mil casos em 24h perto de atingir 5 milhões

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Nas últimas 24 horas, o Brasil registrou mais 819 mortes causadas pelo novo coronavírus
Foto: Alex Pazuello/Prefeitura de Manaus

Nas últimas 24 horas, o Brasil registrou mais 819 mortes causadas pelo novo coronavírus

O Brasil está a praticamente a 30 mil casos de atingir a marca de  5 milhões de casos confirmados do  novo coronavírus  (Sars-CoV-2).

O País alcançou, neste terça-feira (6), 4.959.141 infecções, segundo boletim epidemiológico divulgado pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass). 

Desse total, 41.906 casos só de ontem para hoje. A última vez que o Brasil registrou mais de 40 mil infectados por Covid-19, em um só dia, foi no dia 11 de setembro. 

Também nas últimas 24 horas, o Brasil registrou mais 819 mortes causadas pelo novo coronavírus, fazendo o total subir para 147.494.

A contagem de casos realizada pelas Secretarias Estaduais de Saúde inclui pessoas sintomáticas ou assintomáticas; ou seja, neste último caso são pessoas que foram ou estão infectadas, mas não apresentaram sintomas da doença.

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O ranking de número de mortes segue liderado pelo estado de São Paulo, que tem 36.490 óbitos causados pela Covid-19. O Rio de Janeiro continua em segundo lugar, com 18.883 mortes, seguido por Ceará (9.084), Pernambuco (8.356) e Minas Gerais (7.704).

Os estados que registram maior número de casos são: São Paulo (1.010.839), Bahia (318.147), Minas Gerais (310.124), Rio de Janeiro (275.415) e o Ceará (255.929).

Desde o início de junho, o Conass divulga os números da  pandemia da Covid-19 por conta de uma confusão com os dados do Ministério da Saúde. As informações dos secretários de saúde servem como base para a tabela oficial do governo, mas são publicadas cerca de uma hora antes.

Desde o início da pandemia, mais de 35 milhões pessoas foram infectadas  em todo o mundo. Do total de doentes, mais de 1 milhão morreram, segundo a Universidade Johns Hopkins.

O Brasil segue como o terceiro país do mundo em número de casos de Covid-19 e o segundo em mortes, atrás apenas dos Estados Unidos.

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Fonte: IG SAÚDE

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UE pede reforma rápida da OMS e mais transparência em pandemias

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A Organização Mundial da Saúde (OMS) deveria ser reformada rapidamente, receber mais poderes para lidar com pandemias e expor as limitações de seus países-membros em emergências de saúde, disseram autoridades da União Europeia nesta sexta-feira (30).

Os comentários foram feitos em uma videoconferência de ministros da Saúde da UE, que endossaram um documento do bloco sobre a reforma da agência das Nações Unidas que delineia pela primeira vez uma série de mudanças abrangentes e necessárias para fortalecer os poderes e recursos da OMS, tal como noticiado pela Reuters com exclusividade em setembro.

A ação vem na esteira de críticas de que a China e outros países não compartilharam informações sobre a pandemia da covid-19 de maneira oportuna em seu início.

“A pandemia atual nos desafia muito agudamente… mas é muito importante que o debate sobre a reforma (da OMS) seja realizado em paralelo”, disse o ministro da Saúde da Alemanha, Jens Spahn, em uma coletiva de imprensa.

Ele não disse quando o processo de reforma deveria começar, mas enfatizou que, em resultado desta, a OMS deveria ser mais rápida em sua reação a crises de saúde e seus membros deveriam compartilhar mais informações em emergências.

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Autoridades da OMS não responderam de imediato a um e-mail pedindo comentários.

“É extremamente importante irmos adiante com esta reforma”, disse a comissária de Saúde da UE, Stella Kyriakides, na mesma coletiva de imprensa.

Depois de meses de pressão internacional, uma comissão independente foi montada em setembro para analisar a abordagem global da pandemia. O processo de reforma da OMS começaria depois disso, disseram autoridades.

O esboço do documento da UE, que representará a posição do bloco em uma assembleia da OMS em meados de novembro, exorta a agência a tornar público mais rapidamente como e se seus países-membros cumprem suas obrigações sobre o compartilhamento de informações em crises de saúde.

“Transparência a respeito de quem cumpre as regras é fundamental”, disse Kyriakides aos ministros na videoconferência, de acordo com as notas de seu discurso.

O esboço também diz que os membros da OMS deveriam permitir avaliações epidemiológicas independentes em zonas de alto risco durante crises de saúde.

Fonte: EBC Saúde

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