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Cerca de 300 pessoas são retiradas da areia nas praias do Rio

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Cerca de 300 pessoas foram orientadas e retiradas da areia das praias da cidade do Rio de Janeiro por agentes da Guarda Municipal do Rio neste sábado (1º), de acordo com balanço divulgado pelo órgão. Hoje a cidade entrou na Fase 5 de abertura e o banho de mar passou a ser permitido. Os banhistas, no entanto, não podem permanecer na areia. 

A Guarda Municipal do Rio realizou patrulhamento na orla das zonas sul e oeste da cidade com agentes orientando banhistas sobre a proibição da permanência na faixa de areia e também fiscalizando o uso de máscaras de proteção facial. Além das 300 pessoas retiradas da areia, ao todo, 51 pessoas foram multadas após serem flagradas sem máscaras de proteção facial. O balanço é referente às ações feitas até as 16h deste sábado. 

Também a partir de hoje, foram autorizados a trabalhar na areia os vendedores ambulantes legalizados, que atuaram das 7h às 18h. Eles foram liberados apenas para a venda de alimentos industrializados e bebidas não alcoólicas. O aluguel de cadeiras, mesas e barracas ainda está suspenso.

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De acordo com a Subsecretaria de Licenciamento, Fiscalização e Controle Urbano, da Secretaria Municipal de Fazenda, ao todo, 20 ambulantes que atuavam no calçadão sem autorização foram orientados pelos agentes de controle urbano a se retirarem do local. Não foram identificadas irregularidades relacionadas aos ambulantes que atuavam em pontos fixos das praias, os barraqueiros.

A subsecretaria informou que a maioria deles atuava nas praias de Ipanema e do Leblon, na zona sul do Rio. “A presença de ambulantes no calçadão permanece proibida e que nesta nova fase de reabertura apenas os ambulantes devidamente cadastrados no Programa Ambulante Legal podem atuar nos pontos fixos ou de forma itinerante”, informou o órgão em nota. 

Entre os dias 5 de junho e 26 de julho, a Guarda Municipal registrou 3.677 infrações sanitárias em 55 dias de fiscalização voltada a ampliar o enfrentamento à pandemia da covid-19, em apoio à Subsecretaria de Vigilância Sanitária e Controle de Zoonoses (Subvisa). Do total de infrações aplicadas até o dia 26 de julho, 2.843 foram pela falta do uso de máscaras. 

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Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Saúde

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Momento Saúde

Tragédia no Brasil é causada por “acúmulo de erros”, diz Drauzio sobre Covid-19

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Drauzio Varella
YouTube/ Reprodução

Drauzio Varella comentou sobre a dificuldade do Brasil no combate à pandemia de Covid-19

O médico Drauzio Varella se manifestou hoje (6) sobre a situação da pandemia de Covid-19 no Brasil. Para ele, o país — segundo com mais vítimas fatais da pandemia no mundo — está nessa situação “por um acúmulo de erros” que continua repetindo. Um dos fatores apontados pelo oncologista é não seguir as recomendações da ciência.

“Todo o pessoal de ciência dizendo ‘o isolamento é fundamental’, e o governo federal apontando na direção oposta”, comentou em entrevista à Globonews . “O problema do isolamento é que você tem que fazer de cara. Ele não pode ser muito prolongado, mas tem que ser um isolamento para valer. E nós nunca tivemos isso.”

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“Tinha que ter sido um isolamento muito rápido. E muito eficaz, abrangente, chegar a níveis de 60%, 70%, porque aí você consegue ter um controle da epidemia. Quando passa essa fase e você não consegue esses níveis de isolamento, as pessoas começam a ir para a rua, e, aí, não tem segredo: quanto mais gente na rua, mais disseminação do vírus, mais mortes pela doença”, complementou o médico.

Sobre a retomada das atividades econômicas no país, Drauzio também se mostrou crítico.

“Você nao vai encontrar um epidemiologista digno desse nome que te diga que está na hora de abrir. Não vai pegar um país que está tendo mil mortes por dia e achar que está tudo bem, que as pessoas podem ir para a rua.”

Drauzio ainda criticou a “apregoação” de remédios tidos como “salvação” da doença — como os casos da cloroquina e ivermectina, ambos sem eficácia comprovada para o combate à Covid-19, comentou também sobre as vacinas que estão em desenvolvimento ao redor do mundo

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“A vacina não vai resolver o problema atual”, disse o médico. As autoridades brasileiras estimam que a imunização deve chegar no país no início de 2021.

Fonte: IG SAÚDE

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