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CoronaVac deve ter dados entregues na próxima semana, diz secretário

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CoronaVac terá resultados divulgados em breve
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CoronaVac terá resultados divulgados em breve

O secretário de saúde de São Paulo, Jean Gorinchteyn, disse hoje (1º) que os resultados da CoronaVac  —  vacina produzida pelo Instituto Butantan em parceria com o laboratório chinês Sinovac Biotech — devem ser compartilhados com o governo “provavelmente na semana que vem”. Declaração foi dada durante entrevista para à Globo News.

“Na semana passada, foram abertos os trabalhos da fase 3 para saber se a vacina é eficaz e se ela protege contra o vírus. Foram enviados os resultados para um comitê internacional independente, que analisa os dados”, disse Gorinchteyn .

“Possivelmente na semana que vem, nós já teremos esses dados, que serão enviados para a Anvisa . Assim, podemos ter a vacina chancelada e liberada para utilização no programa nacional de vacinação”.

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Caso a CoronaVac seja incorporada ao PNI (Programa Nacional de Imunizações), do Ministério da Saúde, poderá ser distribuída pelo SUS (Sistema Único de Saúde).

Nesta terça-feira, o Ministério da Saúde divulgou a versão preliminar do plano nacional de imunização contra a Covid-19:  idosos, profissionais de saúde e indígenas serão os primeiros vacinados.

Fonte: IG SAÚDE

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Momento Saúde

Vacina da Pfizer causaria frustração nos brasileiros, diz ministério

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O Ministério da Saúde informou que o número de doses contra a covid-19 oferecidas pela farmacêutica Pfizer ao Brasil seria insuficiente para atender a demanda do país. A previsão inicial do laboratório, segundo a pasta, inclui dois primeiros lotes de 500 mil doses e um terceiro lote de 1 milhão de doses, totalizando 2 milhões de doses.

“Para o Brasil, causaria frustração em todos os brasileiros, pois teríamos, com poucas doses, que escolher, num país continental com mais de 212 milhões de habitantes, quem seriam os eleitos a receberem a vacina”, destacou o ministério, por meio de nota. O governo brasileiro cita ainda cláusulas abusivas estabelecidas pela farmacêutica.

“Não somente a frustração que a empresa Pfizer causaria aos brasileiros, as cláusulas leoninas e abusivas que foram estabelecidas pelo laboratório criam uma barreira de negociação e compra”, pontuou o documento. 

As cláusulas do pré-contrato citadas pela pasta preveem, por exemplo, que o Brasil renuncie à soberania de seus ativos no exterior em benefício da Pfizer como garantia de pagamento, bem como constitua um fundo garantidor com valores depositados em uma conta no exterior.

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Outras exigências incluem que, havendo atraso na entrega das doses, não haja penalização; e que seja assinado um termo de responsabilidade por eventuais efeitos colaterais da vacina, isentando laboratório de qualquer responsabilidade civil por efeitos colaterais graves decorrentes do uso da vacina, indefinidamente. 

“Em nenhum momento, o governo federal, por meio do Ministério da Saúde, fechou as portas para a Pfizer. Em todas as tratativas, aguardamos um posicionamento diferente do laboratório, que contemple uma entrega viável e satisfatória, atendendo as estratégias do Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19, uma ação de valores mercadológicos e aplicação jurídica justa que atenda ambas as partes”, concluiu a nota.

Doses

Conforme balanço da pasta, o Brasil adquiriu 46 milhões de doses da vacina do Instituto Butantan em parceria com a farmacêutica Sinovac, com opção de compra de mais 54 milhões. O país recebeu também, da Índia, 2 milhões de doses da Astrazeneca, com opção de importação de mais doses, além de previsão de produção, pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), de 100,4 milhões de doses no primeiro semestre e 110 milhões de doses no segundo semestre.

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Há ainda, segundo o ministério, a possibilidade de aquisição de 42,5 milhões de doses pelo mecanismo Covax Facility, articulado pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

A Agência Brasil entrou em contato com a farmacêutica Pfizer e aguarda retorno.

Edição: Paula Laboissière

Fonte: EBC Saúde

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