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Covid-19: Bolsonaro se reúne com médicos que apoiam uso da cloroquina

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O presidente Jair Bolsonaro se reuniu na tarde desta terça-feira (8), no Palácio do Planalto, com médicos que apoiam o uso da cloroquina e da hidroxicloroquina no tratamento da covid-19. O medicamento, que não tem eficácia científica comprovada, pode ser prescrito por médicos com a concordância do paciente. O ministro interino da Saúde, Eduardo Pazuello, não participou do evento, que foi transmitido ao vivo por uma rede social do presidente. 

“Hoje, muitos estudos mostram que a cloroquina pode evitar que pessoas sejam levadas à UTI [unidade de terapia intensiva], ou até mesmo entubadas. Pelo que tudo indica, alguns estudos também chegaram ao meu conhecimento, que o número de óbitos que poderia ser evitado era de até 30%. Lógico que os estudos não estão consolidados, isso demonstra, se for verdade, parece que sim, 30% de poucos mais de 120 mil, daria quase 40 mil pessoas poderiam ter suas vidas preservadas”, disse o presidente diante do grupo de médicos. Ele não detalhou sobre quais pesquisas estava se referindo.

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“É um medicamento sendo testado, por que não [usar]? Não dá tempo de fazer uma pesquisa longa. Mas a avaliação do médico de que pode fazer efeito, e testar, é legítima. O Conselho Federal de Medicina [CFM] falou isso”, afirmou o deputado federal Osmar Terra (MDB-RS), que é médico e integra o grupo autointitulado Médicos Pela Vida, que reúne profissionais a favor do tratamento com a substância. Também participou a médica oncologista e imunologista Nise Yamaguchi, defensora do uso da cloroquina para a covid-19. Segundo ela, o tratamento com o medicamento auxilia o sistema imunológico do paciente.

“A cura da covid-19 existe fundamentalmente no nosso sistema imunológico. Existem pessoas que nunca vão pegar, cerca de 40%, existem pessoas que vão ter formas brandas, mas vão ter pessoas que vão ter sistema imunológicos inflamados e vão acabar indo para situações gravíssimas. A cura precoce é quando você permite que o paciente possa receber tratamento e ser rapidamente trazido o seu próprio sistema no combate ele consegue negativar o vírus e não ter a síndrome pós-covid”.  

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Atualmente, está em vigor uma diretriz do Ministério da Saúde com orientações para o uso precoce da cloroquina e da hidroxicloroquina no tratamento da covid-19, inclusive para casos leves. O tema, no entanto, gera muitas divergências entre especialistas e entidades de saúde.

Edição: Valéria Aguiar

Fonte: EBC Saúde

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Momento Saúde

Brasil acumula 4,6 milhões de casos e 138,9 mil mortes por covid-19

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O número de mortes em função da pandemia do novo coronavírus chegou a 138.977 no Brasil, conforme a mais recente atualização de dados do Ministério da Saúde, divulgada na noite desta quarta-feira (23).

Nas últimas 24 horas, foram registrados 869 novos óbitos. Ontem, o total estava em 138.108. As autoridades de saúde ainda investigam 2.422 mortes que podem ou não estar relacionadas à doença.

Boletim epidemiológico covid-19Boletim epidemiológico covid-19

Já o total de casos acumulados atingiu 4.624.885. Entre ontem e hoje, as secretarias estaduais de saúde acrescentaram ao sistema do Ministério da Saúde 33.281 novos diagnósticos da covid-19. Ontem, o sistema marcava 4.591.604 de pessoas infectadas, desde o início da pandemia.

Considerando a evolução das curvas de casos e mortes, o Brasil voltou a ter crescimento de ambas, segundo o Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde apresentado também nesta quarta-feira pela equipe do órgão.

Ainda de acordo com a atualização, 493.022 pessoas estão em acompanhamento e outras 3.992.886 já se recuperaram.

São Paulo

Nas últimas 24 horas, o estado de São Paulo, que tem o maior número absoluto de casos e mortes no país, contabilizou 6.551 novos casos e 226 novas mortes por covid-19. Com isso, o estado acumula 951.973 casos confirmados do novo coronavírus, com 34.492 mortes.

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Do total de casos diagnosticados, 818.593 pessoas já estão recuperadas da doença, sendo 104.209 delas após internação.

Há 3.972 pessoas de todo o estado internadas em estado grave em casos suspeitos ou confirmados do novo coronavírus, além de 5.280 internadas em enfermarias. A taxa de ocupação de leitos de unidades de terapia intensiva (UTI) está em torno de 46,9% no estado e de 46,1% na Grande São Paulo.

Estados

Além de São Paulo, os estados com mais morte são Rio de Janeiro (17.911), Ceará (8.861), Pernambuco (8.085) e Minas Gerais (6.897). As unidades da Federação com menos vidas perdidas até o momento são Roraima (616), Acre (652), Amapá (697), Tocantins (890) e Mato Grosso do Sul (1.204).

Edição: Denise Griesinger

Fonte: EBC Saúde

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