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Covid-19: Brasil registra 1.025 mortes nas últimas 24 horas

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Brasil registra 1.025 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas, de acordo com o Conass
Alex Pazuello/Prefeitura de Manaus

Brasil registra 1.025 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas, de acordo com o Conass

O Brasil registrou mais de mil mortes pela Covid-19 apenas nas últimas 24 horas . Neste domingo (20), o país registrou 1.025 mortes pela doença, segundo o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) . Com a atualização, o número de óbito sobe para  501.825 . Já o de infectados está em 17.927.928 , com 44.178 novas infecções nas últimas 24 horas.

O ranking de estados com mais mortes pela Covid-19 é liderado por São Paulo (122.160), Rio de Janeiro (54.250) e Minas Gerais (44.536). As unidades da Federação com menos óbitos são Roraima (1.704), Acre (1.652) e Amapá (1.794).

Em relação aos casos confirmados, São Paulo também lidera, com mais de 3,5 milhões de casos. Minas Gerais, com 1,7 milhão, e Paraná, com pouco mais de 1,2 milhão. O estado com menos casos de Covid-19 é o Acre, com 84.849, seguido por Roraima (109.650) e Amapá (115.607).

A contagem de casos realizada pelas Secretarias Estaduais de Saúde inclui pessoas sintomáticas ou assintomáticas; ou seja, neste último caso são pessoas que foram ou estão infectadas, mas não apresentaram sintomas da doença.

Desde o início de junho, o Conass divulga os números da pandemia da Covid-19 por conta de uma confusão com os dados do Ministério da Saúde . As informações dos secretários de saúde servem como base para a tabela oficial do governo, mas são publicadas cerca de uma hora antes.

Fonte: IG SAÚDE

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Sputnik V não protege eficientemente contra variante Beta, diz estudo

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Sputnik V não protege eficientemente contra a variante Beta, diz estudo
Isabela Silveira

Sputnik V não protege eficientemente contra a variante Beta, diz estudo

Ensaios clínicos realizados no final do ano passado demonstraram que a Sputnik V é 91,6% eficaz contra a Covid-19. A vacina russa já tem sido usada em países como Argentina, México, Hungria, além da própria Rússia. Um novo estudo buscou certificar a eficácia do imunizante em neutralizar as mutações do coronavírus e concluiu que a vacina é segura contra a variante Alfa (Reino Unido), mas não tão eficiente contra a Beta (África do Sul). A pesquisa, contudo, não testou a variante Delta, dominante em muitos locais.

A pesquisa publicada pela “Nature Communications” observou amostras de soro de 12 voluntários na Argentina, um mês depois essas pessoas receberem as duas doses da vacina Sputnik V. A equipe liderada pelo Dr. Benhur Lee analisou a capacidade neutralizante da vacina russa contra duas variantes comuns no país latino: a variante Alpha, que surgiu no Reino Unido, e a variante Beta, que apareceu na África do Sul.

Para o experimento, eles usaram vírus recombinantes, que carregam mutações na proteína S, encontradas também nas variantes. O vírus utiliza essa proteína para entrar nas células humanas. Além disso, os cientistas examinaram a mutação E484K, que também ocorre na proteína S e está presente em outras variantes, como a Gama, variação brasileira.

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Os resultados do estudo apontaram eficácia satisfatória na neutralização da Alpha, moderada contra a mutação E484K e reduzida em oposição à variante Beta.

Os pesquisadores afirmam que, embora a amostra utilizada seja pequena, indicando a necessidade de estudos maiores, os resultados podem ser considerados representativos. Dessa maneira, a capacidade da variante Beta e da mutação E484K escapar da neutralização de anticorpos sugere dificuldades no controle de algumas variantes.

Isso não significa, contudo, que a Sputnik V e outras vacinas não funcionem. Os autores do estudo acreditam, porém, que elas precisam ser atualizadas a fim de aumentar a eficácia contra as variantes emergentes que tem preocupado os especialistas em saúde.

Fonte: IG SAÚDE

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