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Covid-19: Brasil registra 17,2 milhões de casos e 484,2 mil mortes

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O total de pessoas que contraíram a covid-19 desde o início da pandemia no Brasil subiu para 17.296.118. Nas últimas 24 horas, houve 85.149 novos ocorrências da doença. Ontem, o painel de informações da pandemia trazia 17.210.969 casos acumulados. O país tem ainda 1.093.290 casos ativos, em acompanhamento. 

O número de pessoas que não resistiram à pandemia do novo coronavírus agora é de 484.235. Entre ontem e hoje, foram confirmados 2.216 novos óbitos. Ontem, o total de mortes decorrentes de complicações relacionadas à covid-19 estava em 482.019.

Ainda há 3.842 falecimentos em investigação. O termo é empregado pelas autoridades de saúde para designar casos em que um paciente morre, mas a causa segue sendo apurada mesmo após a declaração do óbito.

Os dados estão na atualização diária do Ministério da Saúde, divulgada, em Brasília,  na noite desta sexta-feira (11). O balanço sistematiza as informações coletadas por secretarias estaduais de saúde sobre casos e mortes. A atualização de hoje não trouxe dados do estado do Ceará.

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O número de pessoas que foram infectadas, mas se recuperaram desde o início da pandemia chegou a 15.718.593. Isso corresponde a 90,9% do total dos infectados pelo vírus.

Estados

O ranking de estados com mais mortes pela covid-19 é liderado por São Paulo (117.344). Em seguida, vêm Rio de Janeiro (52.638), Minas Gerais (42.589), Rio Grande do Sul (29.484) e Paraná (27.921). Já na parte de baixo da lista, com menos vidas perdidas para a pandemia, estão Roraima (1.677), Acre (1.701), Amapá (1.751), Tocantins (2.998) e Alagoas (4.964).

Até o momento, foram enviadas a estados e municípios 109,4 milhões de doses de vacinas contra a covid-19. Deste total, foram aplicadas 72,1 milhões de doses, sendo 50,5 milhões da primeira dose ( 23,7%) e 21,5 milhões da segunda dose (o correspondente a 10,1% da população).

Boletim epidemiológico mostra a evolução da pandemia de covid-19 no Brasil. Boletim epidemiológico mostra a evolução da pandemia de covid-19 no Brasil.

Boletim epidemiológico mostra a evolução da pandemia de covid-19 no Brasil. – Ministério da Saúde

Vacinação

Até o momento, foram enviadas a estados e municípios 109,475 milhões de doses de vacinas contra a covid-19. Deste total, foram aplicadas 72,170 milhões de doses, sendo 50,59 milhões da primeira dose e 21,578 milhões da segunda dose.

Edição: Kleber Sampaio

Fonte: EBC Saúde

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Covid: Ministério da Saúde promoveu, até abril, apenas um tweet sobre vacinação

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Covid: Ministério da Saúde promoveu, até abril, apenas um tweet sobre vacinação
Agência Brasil

Covid: Ministério da Saúde promoveu, até abril, apenas um tweet sobre vacinação

Em meio à pandemia do coronavírus, entre 1 de fevereiro de 2020 e 31 de abril deste ano, o Ministério da Saúde promoveu apenas uma publicação no Twitter sobre vacinação contra a Covid-19, entre 85 postagens que pagou para que alcançassem mais pessoas na plataforma. Os dados são da agência especializada no acesso a informações públicas Fiquem Sabendo, que obteve as estatísticas da página da pasta na rede social por meio da Lei de Acesso à Informação (LAI).

Ao todo, foram 4.896 tweets publicados pelo Ministério nesse período, segundo o levantamento. Entre os 85 conteúdos impulsionados para alcançar mais usuários, 33 abordaram outras campanhas de imunização. Do total, 30 foram sobre a Covid-19 de forma geral.

Sobre a vacinação contra a gripe, foram 14 publicações pagas, e 10 sobre o sarampo. As campanhas contra poliomielite e febre amarela também foram mencionadas entre os conteúdos promovidos.

A campanha de vacinação contra Covid-19 teve início no Brasil em 17 de janeiro deste ano. A única publicação sobre o tema promovida pela pasta, de acordo com o levantamento, foi realizada em 16 de março:

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O GLOBO pediu uma resposta sobre a estratégia do Ministério da Saúde, mas não teve retorno até o momento.

Cloroquina e ‘tratamento precoce’ O levantamento também aponta que a pasta publicou pelo menos 62 tweets, entre pagos e sem custo, sobre cloroquina e o chamado “tratamento precoce”, defendido pelo presidente Jair Bolsonaro diversas vezes durante a pandemia, em referência a medicamentos comprovadamente ineficazes contra a Covid-19.

Os termos “Covid”, “pandemia” e “coronavírus” não estão entre os mais usados nos tweets do Ministério da Saúde, segundo análise das mais de 4 mil publicações, realizada pela jornalista e doutoranda em Ciência Política pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) Rafaela Mazurechen Sinderski, a pedido da Fiquem Sabendo.

Fonte: IG SAÚDE

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