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Covid-19: Brasil registra 863 óbitos e 32.058 novos casos em 24h

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O boletim diário do Ministério da Saúde, divulgado nesta terça-feira (29), revela que o Brasil registrou 4.777.522 casos confirmados do novo coronavírus desde o início da pandemia.

Desse total, 2,9% dos casos resultaram em morte (142.921); 10,5% dos pacientes estão em tratamento (499.513); e 86,6% dos brasileiros que contraíram covid-19 estão recuperados (4.134.088).

Nas últimas 24 horas, foram registrados 863 óbitos e 32.058 novos casos confirmados. Os casos são menores aos domingos e segundas-feiras pelas limitações de alimentação da base de dados pelas equipes das secretarias de saúde. Já às terças-feiras, o número tem sido maior pelo envio dos dados acumulados do fim de semana.

As autoridades de saúde ainda investigam se outras 2.501 mortes foram provocadas por coronavírus.  

SP tem melhor terça-feira desde maio

Nas últimas 24 horas, o estado de São Paulo contabilizou 266 mortes e 6.377 casos do novo coronavírus. Com isso, o estado soma, até este momento, 35.391 mortes e 979.519 casos confirmados, desde o início da pandemia.

Às terças-feiras, por causa de um represamento de dados que ocorre nos finais de semana, o balanço de casos e de mortes costuma ser sempre maior, batendo até recordes. Mas hoje (29) o balanço de mortes foi o menor já registrado para uma terça-feira desde o dia 26 de maio, quando foram registradas 203 mortes. Isso só foi interrompido no dia 8 de setembro, que se seguiu ao feriado prolongado de 7 de setembro, quando o registro foi de 53 mortes. Mas o balanço do dia 8 de setembro pode ter sido prejudicado com o represamento de dados ocorrido por causa do feriado. O dia que o estado de São Paulo mais registrou mortes em um único dia aconteceu em 13 de agosto, quando foram notificados 455 óbitos.

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Do total de casos diagnosticados, 847.418 pessoas estão recuperadas, sendo 107.415 após internação.

Há 9.076 pacientes internados em casos suspeitos ou confirmados do novo coronavírus, sendo que 3.954 deles estão em estado grave. A taxa de ocupação de leitos de unidades de terapia intensiva (UTI) é de 44,4% em todo o estado e de 42,9% na Grande São Paulo.

Onde há mais casos de covid-19 no Brasil

*Casos acumulados desde o início da pandemia

São Paulo = 979.519

Bahia = 308.252

Minas Gerais = 292.291

Rio de Janeiro = 263.699

Ceará = 239.497

Onde há mais mortes por covid-19 no Brasil 

São Paulo = 35.391

Rio de Janeiro = 18.388

Ceará = 8.950

Pernambuco = 8.222

Minas Gerais = 7.259

Boletim epidemiológico covid-19Boletim epidemiológico covid-19

Boletim epidemiológico covid-19 – Ministério da Saúde

Edição: Liliane Farias

Fonte: EBC Saúde

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Momento Saúde

Em SP, 67% discordam de Bolsonaro sobre vacina chinesa, diz Ibope

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Bolsonaro
Reprodução

Bolsonaro afirmou que vacina CoronaVac não será comprada pelo Ministério da Saúde ainda que haja autorização da Anvisa

Uma pesquisa divulgada pelo jornal O estado de S. Paulo neste sábado (31), revelou que a maioria dos eleitores da capital paulista discorda do posicionado do presidente Jair Bolsonaro sobre não comprar a vacina CoronaVac, desenvolvida na China pela Sinovac e que será produzida no Brasil pelo Instituto Butantan.

Em entrevistas anteriores, o presidente chegou a afirmar que, ainda que aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a vacina não será adquirida pelo Ministério da Saúde. O principal motivo, de acordo com Bolsonaro, seria sua origem chinesa, que causaria “descrédito” da vacina diante da população.

Entre os habitantes da cidade de São Paulo entrevistados pelo insituto de pesquisa, porém, 54% discordam totalmente do presidente. Outros 13% discordam em parte. Além disso, 2% responderam a opção “não concordo, nem discordo” e outros 3% afirmou não saber ou preferiu não responder à entrevista.

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A compra de 46 milhões de doses da vacina, que passa agora pela fase 3 dos testes clínicos em humanos, chegou a ser anunciada pelo Ministério da Saúde em acordo com o governo de São Paulo. No dia seguinte ao anúncio, porém, o presidente desautorizou o ministro Eduardo Pazuello e chegou a alegar “traição” por parte do Ministério.

Fonte: IG SAÚDE

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