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Covid-19: Brasil tem 129 mil mortes e 4,2 milhões de casos confirmados

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 A atualização do Ministério da Saúde divulgada na noite desta quinta-feira (10) mostrou que houve 129.522 mortes em função da covid-19. Nas últimas 24 horas, as autoridades de saúde registraram 983 óbitos. Ontem, no balanço da pasta constavam 128.539 óbitos. Ainda há 2.501 mortes sendo investigadas por órgãos de saúde.

O número de pessoas infectadas desde o início da pandemia somam 4.238.446. Entre ontem e hoje, foram notificados 40.557 novos diagnósticos positivos de infecção pelo coronavírus. Ontem o painel do Ministério da Saúde trazia 4.197.889 casos acumulados. De acordo com a atualização, 611.587 pessoas estão em acompanhamento e mais 3.497.337 se recuperaram.

Os casos são menores aos domingos e segundas-feiras pelas limitações de alimentação de dados pelas equipes das secretarias de Saúde. Às terças-feiras, o número usualmente tem sido maior pelo envio dos dados acumulados do fim de semana.

Estados

Os estados com mais morte são: São Paulo (32.104), Rio de Janeiro (16.871), Ceará (8.639), Pernambuco (7.792) e Pará (6.289). As unidades da Federação com menos óbitos são Roraima (607), Acre (635), Amapá (676), Tocantins (773) e Mato Grosso do Sul (1.024).

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São Paulo também lidera entre os estados com mais casos, com 874.754 casos confirmados, seguido por Bahia (277.327), Minas Gerais (242.533) e Rio de Janeiro (234.813). As unidades da Federação com menos casos são Acre (635), Amapá (676), Roraima (607) e Mato Grosso do Sul (1.024).

Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Saúde

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Vítimas recentes da dengue podem ter imunidade contra a Covid-19

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Mosquito transmissor da dengue
Venilton Kuchler / ANPr

Mosquito transmissor da dengue

Um estudo preliminar do cientista brasileiro Miguel Nicolelis, professor catedrático da Universidade Duke, na Carolina do Norte, mostra que lugares onde parte da população teve cass recentes de dengue demoraram mais para que fosse registrada a transmissão comunitária do novo coronavírus (Sars-CoV-2), responsável por causar a Covid-19.

A pesquisa ainda não passou pela revisão dos pares nem foi publicada em uma revista científica, mas indica que existe uma possível interação imunológica entre o vírus causador da Covid-19 e do da dengue.

Desde o início da pandemia, Nicolelis se dedica a estudar o comportamento do novo coronavírus no Brasil. Ainda de acordo com a pesquisa, há a possibilidade de que vacinas aprovadas ou em desenvolvimento para a dengue possam provocar alguma forma de proteção contra o novo coronavírus.

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“Essa descoberta surpreendente levanta a intrigante possibilidade de uma reação cruzada entre o vírus da dengue e o SARS-CoV-2. Se comprovada correta em futuros estudos, esta hipótese pode significar que a infecção pela dengue ou uma eventual imunização com uma vacina eficaz e segura para dengue poderia produzir algum tipo de proteção imunológica para SARS-CoV-2, antes de uma vacina para SARS-CoV-2 se tornar disponível”, diz um trecho do estudo.

Em entrevista à agência de notícias Reuters, o pesquisador disse que já existem trabalhos mostrando que algumas pessoas que testam positivo para o novo coronavírus não tem o vírus no organismo, o que sugere que essas pessoas produzem um anticorpo que age nas duas doenças.

“Isso indica que existe uma interação imunológica entre os dois vírus que ninguém poderia esperar, porque os dois vírus são de famílias completamente diferentes”, afirmou.

Fonte: IG SAÚDE

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