Momento Saúde

Covid-19: Brasil tem 130 mil óbitos e 4,28 milhões de casos acumulados

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O balanço diário do Ministério da Saúde trouxe, nesta sexta-feira (11), um total de 130.396 óbitos por covid-19 desde o início da pandemia. Nas últimas 24 horas, foram 874 novos registros de óbitos em função da doença. Ontem o sistema contabilizava 129.522 falecimentos. Ainda há 2.467 mortes em investigação.

O número de pessoas infectadas desde o início da pandemia atingiu 4.282.164. Entre ontem e hoje, as secretarias de saúde de estados notificaram 43.718 novos diagnósticos positivos de infecção pelo novo coronavírus. Ontem o painel do Ministério da Saúde trazia 4.238.446 casos acumulados.

Ainda de acordo com a atualização, 621.113 pessoas estão em acompanhamento e outras 3.530.655 já se recuperaram.

Covid-19 nos Estados

São Paulo é o estado brasileiro com o maior número de mortes (32.338), seguido por Rio de Janeiro (16.883), Ceará (8.666), Pernambuco (7.817) e Pará (6.299). Já Roraima é tem o menor número de óbitos em decorrência do novo coronavírus (609). Em seguida estão Acre (636), Amapá (677), Tocantins (784) e Mato Grosso do Sul (1.035).

Boletim epidemiológico covid-19Boletim epidemiológico covid-19

Boletim epidemiológico covid-19 – Ministério da Saúde

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Edição: Liliane Farias

Fonte: EBC Saúde

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Momento Saúde

Presidente da Anvisa crê em vacinação em massa contra Covid-19 no início de 2021

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Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Vacinação pode ocorrer no Brasil no início de 2021, diz Anvisa

O presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, Antônio Barra, afirma que é possível que uma vacinação em massa para a Covid-19 aconteça ainda nos primeiros meses de 2021 no Brasil. Apesar do otimismo, Barra defende que o mais importante agora é “dar respostas seguras”.

Ao jornal Extra, o presidente da Anvisa ainda comentou que a pandemia da Covid-19 dificulta previsões po se tratar de uma situação nunca antes vista. “A humanidade nunca passou pelo que está passando agora”, disse, pontuando que outras epidemias como gripe espanhola e peste bubônica não se comparavam na abrangência e velocidade de transmissão.

“A OMS tem dito mais para frente um pouco. Não há um consenso. Pelo que eu tenho acompanhado dos protocolos que estão em desenvolvimento no Brasil e pelas informações que recebo das pessoas, vamos ter uma expectativa em relação aos primeiros meses de 2021. Agora, qual mês? Seria leviano tecer algum comentário, porque estaria gerando uma expectativa que pode não se concretizar”, reforçou Barra.

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Fonte: IG SAÚDE

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