Momento Saúde

Covid-19: Brasil tem 173,8 mil mortes e 6,38 milhões de casos

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As mortes causadas pela pandemia do novo coronavírus chegaram a 173.817. Entre ontem (30) e hoje (1º), foram registrados 697 novos óbitos. Ainda há 2.163 mortes em investigação.

O número de casos acumulados de covid-19 atingiu 6.386.787. Em 24 horas, foram registrados 50.909 diagnósticos positivos para a doença.

Os novos dados sobre a pandemia estão na atualização diária do Ministério da Saúde, divulgada em entrevista coletiva nesta terça-feira. O balanço é formado a partir de informações repassadas pelas secretarias estaduais de saúde.

Ainda conforme a atualização o ministério, há 556.472 pacientes em acompanhamento. Outras 5.656.498 pessoas já se recuperaram da doença.

Em geral, o número de casos é menor aos domingos e segundas-feiras em função da dificuldade de alimentação pelas secretarias estaduais de saúde. Já às terças-feiras, eles podem subir mais em função do acúmulo de registros.

Estados

A maioria das mortes foram registras em São Paulo (42.290), Rio de Janeiro (22.683), Minas Gerais (10.051), Ceará (9.629) e Pernambuco (9.056). As unidades da federação com menos óbitos pela doença são Acre (726), Roraima (728), Amapá (810), Tocantins (1.167) e Rondônia (1.567).

Situação epidemiológica da covid-19 no Brasil 01/12/2020Situação epidemiológica da covid-19 no Brasil 01/12/2020

Situação epidemiológica da covid-19 no Brasil 01/12/2020 – 01/12/2020/Divulgação/Ministério da Saúde
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Edição: Kelly Oliveira

Fonte: EBC Saúde

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Momento Saúde

Vacina de Oxford deve ter dose única para atingir mais pessoas, diz Fiocruz

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Fiocruz
Reprodução: BBC News Brasil

Deve haver uma maior lacuna entre as duas doses da vacina de Oxford, segundo defende a Fiocruz

O vice-presidente de Produção e Inovação em Saúde da Fiocruz, Marco Krieger, orientou nesta quinta-feira (21) que a  vacina de Oxford seja, em um primeiro momento, aplicada por meio de dose única para que mais pessoas possam ser vacinadas.

“O programa que vem sendo usado pela Inglaterra e outros países, é aproveitar a característica da vacina e disponibilizar a vacina para mais pessoas.”, disse, em entrevista à GloboNews

De acordo com Krieger, o imunizante produzido pela niversidade de Oxford em parceria com o laboratório AstraZeneca tem eficácia de 73% por 120 dias a partir da aplicação da primeira dose, o que já seria suficiente para resuzir a carga viral da população e arrefecer a pandemia.

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“Tratamos a segunda dose como um reforço. Não é uma vacina que precisa de duas doses, já que tem uma eficácia com a primeira dose. Dados científicos mostram que o esforço nesse espaço de tempo (120 dias) aumenta um dos componentes da resposta imune em cerca de 7x e eleva a eficácia para acima dos 80%.”, explicou.

Fonte: IG SAÚDE

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