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Covid-19: União Europeia prevê vacina de Oxford disponível em novembro

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Vacina
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Anúncio ocorre um dia após os EUA revelarem que pretendem iniciar imunização ainda em outubro

A Comissão Europeia pretende ter as primeiras doses da  vacina contra o novo coronavírus desenvolvida pela Universidade de Oxford já no mês de novembro, apesar de a terceira e última fase de ensaios clínicos estar prevista para terminar apenas em junho de 2021.

A informação foi obtida pela ANSA com funcionários do poder Executivo da União Europeia, que assinou no fim de agosto um contrato para comprar pelo menos 300 milhões de doses da vacina ChAdOx1 nCoV-19, com opção de adquirir outras 100 milhões.

A Comissão Europeia quer garantir acesso universal ao medicamento no bloco e também planeja distribuí-lo para países em desenvolvimento. Na última quarta-feira (2), o ministro da Saúde da Itália, Roberto Speranza, já havia dito que esperava ter as primeiras doses da vacina de Oxford até o fim do ano.

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Considerada uma das mais promissoras para conter a pandemia, a candidata está na terceira e última fase de testes em humanos em diversos países do mundo, inclusive o Brasil, em uma etapa que deve durar até junho do ano que vem.

No entanto, a própria AstraZeneca , multinacional anglo-sueca responsável pela produção e distribuição global da vacina, já disse que pretende iniciar as entregas dos primeiros lotes ainda em 2020. A candidata de Oxford utiliza um adenovírus de chimpanzés para apresentar ao sistema imunológico a proteína spike, usada pelo coronavírus Sars-CoV-2 para agredir células humanas.

Fonte: IG SAÚDE

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Momento Saúde

Doações de órgãos no Brasil caíram 40% com pandemia

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Doação
Agência Saúde

Campanha de doação de órgãos do Ministério da Saúde

O Ministério da Saúde divulgou, nesta quinta-feira (24), o balanço sobre a a doação de órgãos, tecidos e células e transplantas realizados no país no primeiro semestre de 2020. O documendo chamou atenção para o impacto da pandemia e a carência de doações durante o período de distanciamento social.

Para incentivar as doações, a pasta lançou a campanha nacional de incentivo à doação, que traz o slogan “Doe órgãos.A vida precisa continuar”. “O Ministério da Saúde, junto aos estados e municípios, está empenhado em encontrar soluções para superar os obstáculos impostos ao programa de transplante na pandemia. A retomada dos procedimentos será subsidiada por protocolos rigorosos para garantir a segurança de todos”, disse o ministro da Saúde, general Eduardo Pazuello, à Agência Saúde.

Entre janeiro a julho de 2019 foram realizados 15.827 transplantes. No mesmo período em 2020, o número de procedimentos foi de 9.952. Alguns centros de transplantes, no entanto, conseguiram manter suas unidades ativas e livres da Covid-19 e hospitais de grande porte de transplantes, como o Hospital do Rim, em São Paulo, receberam pacientes de centros menores para realização do procedimento com maior segurança.

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No país, até 31 de julho, existiam 46.181 pacientes aguardando por transplante. Os transplantes de medula óssea, pelo alto impacto imunológico, tiveram redução em 25,82%, passando de 2.130 em 2019 para 1.580, em 2020. Os transplantes de coração caíram 25,10%, passando de 231, em 2019, para 173 neste ano, impactado pela dificuldade de logística, redução no número de doadores e estrutura de UTI livre de Covid-19.

Fonte: IG SAÚDE

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