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Diretor da OMS na Europa diz que vacina não será o fim da epidemia

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Diretor da OMS reforça que nem todas as soluções estão no desenvolvimento de vacina

De acordo com diretor para a Europa da Organização Mundial de Saúde, Hans Kluge, “não sabemos se a vacina vai ser eficaz para todos os setores da população. Recebemos alguns sinais de que será eficaz para alguns, mas não para outros”, acrescentou.

Em entrevista à AFP, o diretor ainda reforçou que “se precisarmos encomendar vacinas diferentes será um pesadelo logístico”, mas disse que “o fim desta pandemia será o momento em que, como comunidade, conseguirmos aprender a viver com ela”.

Na entrevista, Kluge ainda alertou para o fato de que “a pandemia de Covid-19 será mais dura em outubro e novembro na Europa”, meses que devem registrar mais mortes. Atualmente, o continente registra aceleração nos contágios, mas mantém estável a taxa de mortalidade.

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Fonte: IG SAÚDE

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Doações de órgãos no Brasil caíram 40% com pandemia

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Agência Saúde

Campanha de doação de órgãos do Ministério da Saúde

O Ministério da Saúde divulgou, nesta quinta-feira (24), o balanço sobre a a doação de órgãos, tecidos e células e transplantas realizados no país no primeiro semestre de 2020. O documendo chamou atenção para o impacto da pandemia e a carência de doações durante o período de distanciamento social.

Para incentivar as doações, a pasta lançou a campanha nacional de incentivo à doação, que traz o slogan “Doe órgãos.A vida precisa continuar”. “O Ministério da Saúde, junto aos estados e municípios, está empenhado em encontrar soluções para superar os obstáculos impostos ao programa de transplante na pandemia. A retomada dos procedimentos será subsidiada por protocolos rigorosos para garantir a segurança de todos”, disse o ministro da Saúde, general Eduardo Pazuello, à Agência Saúde.

Entre janeiro a julho de 2019 foram realizados 15.827 transplantes. No mesmo período em 2020, o número de procedimentos foi de 9.952. Alguns centros de transplantes, no entanto, conseguiram manter suas unidades ativas e livres da Covid-19 e hospitais de grande porte de transplantes, como o Hospital do Rim, em São Paulo, receberam pacientes de centros menores para realização do procedimento com maior segurança.

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No país, até 31 de julho, existiam 46.181 pacientes aguardando por transplante. Os transplantes de medula óssea, pelo alto impacto imunológico, tiveram redução em 25,82%, passando de 2.130 em 2019 para 1.580, em 2020. Os transplantes de coração caíram 25,10%, passando de 231, em 2019, para 173 neste ano, impactado pela dificuldade de logística, redução no número de doadores e estrutura de UTI livre de Covid-19.

Fonte: IG SAÚDE

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