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Doria desmente possível falta de insumos para produção da CoronaVac; assista

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Doria desmente possível falta de insumos para produção da CoronaVac; assista
Foto: Governo de São Paulo

Doria desmente possível falta de insumos para produção da CoronaVac; assista

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), afirmou, nesta quinta-feira (8), que o Instituto Butantan não sofre com a falta de insumos para a produção da vacina CoronaVac. Ele também disse que o estado receberá três mil litros de insumos para produzir cinco milhões de doses do imunizante.

De acordo com a administração estadual, a matéria-prima deve chegar ao Brasil até o dia 20 de abril, permitindo com que o Butantan complete a entrega de 46 milhões de doses para o Programa Nacional de Imunizações (PNI) até o final do mês.

Veja o vídeo a seguir:

“Tivemos a boa notícia ontem da autorização do embarque de mais três mil litros dos insumos do IFA para a produção da vacina do Butantan aqui nas instalações do instituto em São Paulo”, disse João Doria no vídeo.

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Além do embarque dos insumos que foi autorizado nesta quarta-feira (7), o Instituto Butantan espera que mais três mil litros de insumos sejam liberados na próxima semana. “Essa autorização da China é importante, três mil litros, mas esperamos já para a próxima semana uma nova autorização de três mil litros adicionais. Com isso vamos cumprir integralmente nossos compromissos com o povo brasileiro no sentido de fornecimento dessa vacina.”, disse Dimas Covas.

Com esses seis mil litros que devem ser recebidos até a próxima semana, serão produzidos dez milhões de doses da vacina CoronaVac pelo Butantan.

Desde janeiro, o Butantan já disponibilizou 38,2 milhões de doses ao PNI, sendo responsável pelo fornecimento de mais de 80% das vacinas contra a Covid-19 aplicadas em todo o Brasil.

Em janeiro foram entregues 8,7 milhões de doses. Em fevereiro, outras 4,85 milhões. Em março o Butantan acelerou a produção e liberou 22,7 milhões de vacinas para os brasileiros.

Fonte: IG SAÚDE

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Momento Saúde

Vacina da Pfizer será distribuída no Brasil nos primeiros 15 dias de maio

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Imunização contra o novo coronavírus
Foto: Pixabay/Creative Commons

Imunização contra o novo coronavírus

Após anunciar que as primeiras doses da vacina da Pfizer/BioNTech chegam ao Brasil no dia 29 de abril, o Ministério da Saúde prevê iniciar a distribuição do imunizante nos primeiros 15 dias de maio, de acordo com informe técnico da pasta, publicado na quarta-feira (21).

De acordo com a publicação, o governo federal vai receber 1.000.350 doses da vacina e a distribuição será feita aos estados em duas etapas por conta das especificidades de armazenamento. 

“A previsão de distribuição, considerando o cronograma de entrega apresentado pela farmacêuca, será para a primeira quinzena de maio. Neste sendo, já foram iniciadas as capacitações em 19/04, com o apoio da farmacêuca, e as orientações específicas já devem ser conhecidas e comunicadas à todas as instâncias da rede de frio nacional, dadas as especificidades da vacina”, diz trecho do informe.

Ainda de acordo com o Ministério da Saúde, como será uma “pequena quantidade de doses a receber”, a orientação é que a vacinação fiquem restritas nas unidades de saúde da capital das 27 unidades da federação. A vacina é aplicada em duas doses com intervalo de 21 dias. A distribuição aos estados deste total inicial de doses ocorrerá em 2 etapas.

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“Primeiro as doses 1 (D1) e, no intervalo de 1 semana para cumprimento do esquema vacinal, as doses 2 (D2), dadas as especificidades do armazenamento. Orienta-se que as 27 UF concentrem a distribuição das doses para vacinação em unidades de saúde que receberão a vacina, preferencialmente, unidades com câmaras refrigeradas (cadastradas na Anvisa) com sistema de segurança para atuação em situações de falta de energia elétrica”, afirma o Ministério da Saúde.

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A vacina da Pfizer é a única que tem o registro definitivo da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para uso contra a Covid-19 no Brasil. Segundo a agência, os estudos e testes clínicos mostraram a “segurança, qualidade e eficácia” do imunizante.


Um estudo sobre a vacina, realizado em Israel, mostrou que o imunizante é altamente eficaz na prevenção da Covid-19. De acordo com a pesquisa, a vacina reduziu os casos sintomáticos da doença em 94% de todas as faixas etárias, uma semana após a aplicação da segunda dose. O imunizante também diminuiu em 92% o risco de se desenvolver um caso grave da doença e em 87% as hospitalizações.

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Negociação com a Pfizer 

No último dia 14 de abril, o ministro Marcelo Queiroga, anunciou a antecipação da entrega de 2 milhões de doses da vacina da Pfizer ao Brasil.

Com a antecipação, devem chegar ao país 15,5 milhões de doses do imunizante contra a Covid-19 até junho. O governo tem contrato para compra de 100 milhões de doses da vacina.

Fonte: IG SAÚDE

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