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Estado de São Paulo passa dos 100 mil óbitos por covid-19

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O número de mortes causadas por complicações da covid-19 no estado de São Paulo chegou hoje (8) a 100.649, desde o início da pandemia, de acordo com boletim divulgado hoje (8) pelo governo estadual. Até o momento foram registrados 2.997.282 casos em todo o estado. 

Segundo os dados, entre o total de casos, 2.668.711 pessoas tiveram a doença e já estão recuperadas, sendo que 308.209 foram internadas e receberam alta hospitalar. “Lembramos que esta doença pode e deve ser combatida por todos, com respeito aos protocolos sanitários, respeito ao distanciamento social e o uso de máscaras”, disse o Secretário de Estado da Saúde, Jean Gorinchteyn.

O boletim indica ainda que 21.565 pacientes estão internados no estado, sendo 10.047 em Unidades de Terapia Intensiva (UTI) e 11.518 em enfermaria. A taxa de ocupação dos leitos de UTI no estado é de 78,5% e na região metropolitana de São Paulo é de 76,5%.

Fase de transição

O governo estadual confirmou ontem (7) uma nova prorrogação da fase de transição do Plano São Paulo para todo o estado por mais duas semanas, seguindo até o próximo dia 23. O horário estendido de mais uma hora no expediente de atendimento presencial, das 6h às 21h, e com limitação de 30% de capacidade em comércios e serviços não essenciais, passou a valer a partir de hoje (8). 

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Podem seguir esse horário estabelecimentos comerciais, galerias e shoppings. O mesmo expediente poderá ser seguido por serviços como restaurantes e similares, salões de beleza, barbearias, academias, clubes e espaços culturais como cinemas, teatros e museus.

A fase de transição mantém liberadas as celebrações individuais e coletivas em igrejas, templos e espaços religiosos, desde que seguidos rigorosamente todos os protocolos de higiene e distanciamento social. Parques estaduais e municipais também poderão ficar abertos, mas com horário das 6h às 18h.

O toque de recolher continua nas 645 cidades do estado, agora das 21h às 5h, assim como a recomendação de teletrabalho para atividades administrativas não essenciais e escalonamento de horários para entrada e saída de trabalhadores do comércio, serviços e indústrias.

Edição: Pedro Ivo de Oliveira

Fonte: EBC Saúde

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União Europeia sanciona certificado anti-Covid para viagens

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União Europeia sanciona certificado anti-Covid para viagens
Fernando Frazão/Agência Brasil

União Europeia sanciona certificado anti-Covid para viagens

As instituições da União Europeia sancionaram nesta segunda-feira (14) o projeto que institui um sistema de certificados sanitários para permitir viagens entre os países do bloco.

O texto aprovado pelo Europarlamento em 9 de junho foi assinado pelos presidentes do Legislativo, David Sassoli, e da Comissão Europeia (poder Executivo), Ursula von der Leyen, e por António Costa, primeiro-ministro de Portugal, país que exerce a Presidência rotativa da UE.

A expectativa de Bruxelas é que o sistema comece a ser aplicado em 1º de julho para permitir a retomada do turismo na alta temporada de verão no Hemisfério Norte.

Os certificados serão emitidos gratuitamente pelos Estados-membros para pessoas completamente vacinadas contra a Covid-19, recém-curadas da doença ou que apresentem teste PCR ou de antígeno negativo para o novo coronavírus – o documento será disponibilizado em papel e em formato digital, com um código QR.

O sistema ficará em vigor por 12 meses, e os Estados-membros não poderão impor mais restrições para quem obtiver o certificado, como exigência de quarentena, a menos que sejam necessárias para proteger a saúde pública e sempre levando em conta os dados epidemiológicos do Centro Europeu de Prevenção e Controle de Doenças.

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Serão aceitas apenas as vacinas já aprovadas pela agência sanitária da UE (AstraZeneca, Janssen, Moderna e Pfizer), mas cada Estado-membro poderá decidir se inclui ou não outros imunizantes utilizados apenas em âmbito nacional ou chancelados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para uso emergencial.

O sistema é voltado sobretudo para cidadãos residentes na União Europeia e para viagens internas no bloco, mas o texto também prevê uma possível adesão de países extracomunitários.

Fonte: IG SAÚDE

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