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Governo de SP afirma que vacinação deve ser rápida para evitar novo surto

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Reprodução/Governo SP

Jean Gorinchteyn, secretário de saúde de São Paulo

Durante a coletiva de imprensa desta quarta-feira (13), membros do governo estadual de São Paulo afirmaram que a vacinação no estado precisa começar o mais rápido possível para diminuir a curva de contágio, principalmente nos grupos de maior risco, como a terceira idade.

Dimas Covas, diretor do Instituto Butantan, reiterou que a campanha de imunização começando agora em janeiro “precisa ser rápida e abranger a população idosa (…) até abril nós temos uma luta muito intensa contra a epidemia, temos que usar todas as armas que estão disponiveis e aguardar esse efeito”.

Já o secretário de Saúde, Jean Gorinchteyn disse que cerca de 77% da população que morre por Covid-19 no estado é a mais idosa ou com comorbidades, mas que no quadro geral essa parcela da população corresponde a 12% do total. Com isso, a importância de vacinar esse grupo o mais rápido possível é a prioridade, segundo o secretário.

“Nós temos que entender que a vacina que temos hoje disponível no Brasil, a do Butantan, tem um grande efeito em diminuir o impacto nas doenças em sua apresentação moderada e grave e também diminuir o compromentimento do sistema de saúde e dos leitos”.

E completou: “O resultado disso é que se nós conseguirmos vacinar todo esse grupo, o primeiro impacto que nós verifcaremos é na redução das formas graves, nas internações e, seguidamente, teremos que vacinara outros grupos”, completou.

Fonte: IG SAÚDE

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Momento Saúde

Anvisa decide neste domingo se aprova uso emergencial de vacinas

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) realiza, neste domingo (16), em Brasília, reunião extraordinária de sua diretoria colegiada, formada por cinco integrantes, para analisar os pedidos de autorização temporária de uso emergencial de duas vacinas contra a covid-19.

A reunião começa às 10h, tem previsão de cinco horas de duração e será transmitida ao vivo pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC) e pelos canais digitais da agência. 

Estão na pauta da Anvisa os processos do imunizante Coronavac, fabricado e desenvolvido pelo Instituto Butantan, em conjunto com a farmacêutica chinesa Sinovac; e o da vacina da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), desenvolvida pela Universidade de Oxford, na Inglaterra, em parceria com o laboratório AstraZeneca.

Somados, os pedidos se referem a seis milhões de doses da Coronavac e outros dois milhões de doses da vacina da Astrazeneca/Oxford.  

Segundo comunicado da Anvisa, os pedidos serão analisados de forma separada e a decisão de aprovar o uso emergencial ou não será tomada por maioria simples, ou seja, de cinco diretores, três votos a favor ou contra definirão o resultado. 

Apresentação

Após a abertura da reunião, três áreas técnicas da Anvisa farão uma apresentação: área de medicamentos, que avalia os estudos clínicos e de eficácia e segurança; a área de certificação de boas práticas de fabricação, que verifica se os locais de fabricação da vacina têm condições adequadas; e a área de monitoramento de eventos adversos, que monitora e investiga depois da vacinação se as pessoas tiveram alguma reação à vacina.

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De acordo com o painel da Anvisa que atualiza o andamento dos pedidos, atualizado por volta das 16h deste sábado (16), a Coronavac tinha 62,12% da documentação analisada, restando 37,86%. Já a vacina da AastraZeneca/Oxford, em parceria com a Friocruz, aparecia com 85,12% de análise concluída, restando ainda 14,88% de documentação a ser examinada.

Terminada a apresentação das áreas técnicas, a diretora-relatora dos dois processos, Meiruze Freitas, passará a ler o voto. Em seguida, cada um dos demais diretores vota concordando ou discordando do voto da relatora. São eles: Antonio Barra (diretor-presidente), Cristiane Jourdan, Romison Mota e Alex Campos.

Resultado da votação

Na sequência, o resultado da votação é anunciado pelo diretor-presidente da Anvisa. A decisão passa a valer a partir do momento em que houver comunicação oficial aos laboratórios que fizeram o pedido. O resultado também é publicado no portal da Anvisa e não precisa de publicação no Diário Oficial da União para entrar em vigor.

Na última semana, o presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, informaram que a vacinação deve ter início ainda em janeiro, para um público prioritário formado por profissionais de saúde que atuam na linha de frente da pandemia, idosos e indígenas. A data, no entanto, ainda não foi definida, e dependerá da logística prévia de distribuição dos imunizantes para centros de vacinação em todo o país, o que levará alguns dias, além do detalhamento sobre o público-alvo nesta primeira fase.

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O governo dispõe, neste momento, de seis milhões de doses da Coronavac,  armazenadas no Instituto Butantan, em São Paulo. Outros dois milhões de doses da vacina da AstraZeneca/Oxford, que podem ser importadas da Índia nos próximos dias, terão a entrega atrasada, de acordo com o Ministério das Relações Exteriores.    

Edição: Kleber Sampaio

Fonte: EBC Saúde

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