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Hospital no Rio cria enfermaria para atender recuperados da covid-19

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O Hospital Universitário Pedro Ernesto (Hupe-Uerj), em Vila Isabel, na zona norte do Rio de Janeiro, criou uma ala na enfermaria de cuidados especiais para receber pacientes que tiveram covid-19. O objetivo é atender quem ficou internado no centro de terapia intensiva (CTI), e que, após o tratamento, mesmo sem a presença do coronavírus, não tem ainda condições clínicas para retornar com segurança para casa.

O médico intensivista Hupe-Uerj, Marcelo Canetti, lembra que, durante o período de pico, o hospital chegou ter mais 160 doentes internados, praticamente a metade deles em terapia intensiva. Após a alta do CTI, os pacientes ainda continuavam o tratamento no hospital até ficarem negativos para o vírus.

A ideia de uma enfermaria no hospital para recuperação pós-covid surgiu em maio quando a primeira foi aberta com 13 leitos. Hoje, 18 pacientes estão sendo reabilitados nesse atendimento. Segundo Canetti, as enfermarias para tratamento pós-covid já atenderam cerca de 60 pacientes.

“Muitos negativavam a covid-19, mas continuavam precisando de cuidados hospitalares ou pela doença de base, que não estava compensada, como um diabético ou um paciente com problema cardíaco crônico, ou pelas sequelas da doença.. Com períodos de internação prolongado no CTI, os pacientes saíam com fraqueza muscular intensa, dificuldade de se alimentar sozinho. Como ficavam entubados muito tempo, tinham uma atrofia muscular severa. Saíam do CTI, mas não podiam ir para casa”, disse o médico.

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No local, eles recebem cuidados de uma equipe multidisciplinar com médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, nutricionistas, assistentes sociais e suporte psicológico das sequelas do isolamento e do período de internação.

Edição: Valéria Aguiar

Fonte: EBC Saúde

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Momento Saúde

Covid-19: Argentina tem pior dia de casos e mortes desde início da pandemia

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Argentina
Pixabay

Região Metropolitana de Buenos Aires segue sendo o principal foco da pandemia no país

Nesta terça-feira (4), a Argentina registrou recorde de novos casos e mortes causadas pela Covid-19 , no que vem sendo considerado o pior dia da pandemia no país até o momento. Ao todo, foram 6.792 infecções confirmadas e 168 óbitos, elevando os totais para 213.535 e 3.979, respectivamente.

Segundo informações da agência de notícias EFE, os números foram confirmados pelo Ministério da Saúde da Argentina e o principal foco de preocupação segue sendo a Região Metropolitana de Buenos Aires, que abriga a maioria dos casos do novo coronavírus (Sars-Cov-2). Nas últimas 24h, a região somou 5.708 novas infecções e 157 mortes.

Ainda de acordo com a publicação, a região de Jujuy, província localizada no noroeste do país, também traz preocupação aos especialistas em saúde após registrar 269 casos.

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Com as novas atualização, a Argentina ocupa agora a 19ª posição na lista dos países mais atingidos pela Covid-19 , ultrapassando o número de casos da Alemanha. Já na lista que representa a taxa de letalidade, segundo informações da Universidade Johns Hopkins, o país está na 27ª posição, se aproximando da China.

Quanto aos surtos de contágio, além da região metropolitana de Buenos Aires (Amba), a pior situação se vive em Jujuy, que nas últimas 24 horas teve mais 269 pessoas que deram positivo para coronavírus em testes. Do número total de casos confirmados de SARS-CoV-2 no país, 56% pertencem à circulação comunitária, enquanto 94.129 pacientes tiveram alta até o momento.

 A Argentina iniciou sua quarentena obrigatória em 20 de março e começou a relaxá-la em Buenos Aires há duas semanas, mas as medidas de isolamento ainda estão em vigor, em princípio até o próximo dia 16.

Fonte: IG SAÚDE

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