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Itália tem maior número de casos diários de Covid-19 desde início de maio

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País voltou a bater recorde de casos diários nesta sexta-feira (28)

A Itália registrou nesta sexta-feira (28) mais 1.462 novos casos do coronavírus Sars-CoV-2, maior número desde 2 de maio, quando haviam sido contabilizados 1.900 contágios.

O boletim do Ministério da Saúde totaliza 265.409 diagnósticos positivos e confirma a tendência de alta na curva epidemiológica no país: a Itália vem de três dias seguidos com mais de mil contágios, algo que não acontecia desde a primeira quinzena de maio.

Com o crescimento das últimas semanas, os números diários voltaram ao patamar anterior ao relaxamento da quarentena, em 18 de maio, com a reabertura de restaurantes, salões de beleza, lojas e igrejas e o fim da obrigação de ficar em casa.

Outro indicador que evidencia a tendência de alta na curva epidemiológica é a média móvel de novos casos em sete dias: o índice chegou a 1.193 nesta sexta-feira, maior número desde 10 de maio, também com 1.193.

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Além disso, o país contabiliza 7.281 diagnósticos positivos entre domingo e sexta, 54,7% a mais do que na semana passada inteira (4.707). Essa já é a sexta semana seguida de crescimento nos novos casos na Itália .

Mortes – Até o momento, no entanto, a alta nos contágios não teve impacto no número de mortes. O país registrou nove óbitos nesta sexta, quatro a mais que na última quinta-feira (27), totalizando 35.472 vítimas.

A Itália tem média móvel inferior a 10 mortes por dia desde 24 de julho. Isso pode ser explicado pela redução da idade média dos contaminados – as pessoas de até 40 anos são o novo vetor da pandemia – e pela melhoria dos tratamentos e das condições do sistema sanitário.

O país ainda soma 206.902 pacientes curados e 23.035 casos ativos, maior número desde 18 de junho (23.101).

Fonte: IG SAÚDE

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Momento Saúde

Brasil adere a aliança para aceleração da vacina contra a covid-19

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O governo federal anunciou nesta quinta-feira (24) a adesão ao Instrumento de Acesso Global de Vacinas Covid-19 (Covax Facility), ação administrada pela Aliança Gavi e a liberação de cerca de R$ 2,5 bilhões para viabilizar o ingresso do Brasil nesta iniciativa.

Segundo o governo, os países são convidados a participar do grupo e poderão se beneficiar, ao ter garantido o acesso ao fornecimento das vacinas disponibilizadas por meio da Covax Facility. Dessa forma, espera-se que o Brasil possa comprar imunizantes para garantir a proteção de 10% da população até o final de 2021, o que permite atender populações consideradas prioritárias.

A adesão permitirá o acesso ao portfólio de nove vacinas em desenvolvimento, além de outras em análise. Com a diversificação de possíveis fornecedores, aumentam as chances de acesso da população brasileira à vacina no menor tempo possível. Caberá à Covax Facility negociar com os fabricantes o acesso às doses das vacinas em volumes especificados, os cronogramas de entrega e os preços.

A Covax Facility é uma aliança internacional da Organização Mundial de Saúde (OMS), Gavi Alliance e da Coalition for Epidemic Preparedeness Innovations (CEPI), que tem como principal objetivo acelerar o desenvolvimento e a fabricação de vacinas contra a covid-19 a partir da alocação global de recursos para que todos os países aderentes à iniciativa tenham acesso igualitário à imunização.

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De acordo com Palácio do Planalto, a iniciativa não impede que o país realize acordos bilaterais com outras empresas biofarmacêuticas produtoras de vacinas contra a covid-19 que não estejam contempladas pela iniciativa global. Também não ficam impedidas iniciativas já realizadas pelo Brasil com as biofarmacêuticas que fazem parte da iniciativa global.

Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Saúde

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