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Máscaras usadas em hospitais protegem mais homens que mulheres, diz estudo

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Agência Brasil

Equipamentos hospitalares são mais adaptados à anatomia masculina

Um estudo publicado nesta quarta-feira (16), pela revista médica Anesthesia, aponta que as máscaras filtrantes – que protegem profissionais de saúde no exercício do trabalho – são melhor adaptadas ao rosto de homens do que mulheres.

Segundo a pesquisa, a média de adaptação dos equipamentos de proteção individual é de 95% em homens e 85% em mulheres. Foram testados os modelos FFP2 e FFP3 e seus equivalentes nos países anglo-saxões, as N95 e N99.

O estudo também avaliou a proteção em relação à origem dos profissionais entrevistados. Enquanto 90% das pessoas de origem caucasiana apresentaram bom resultado, 94% dos asiáticos relataram ajuste irregular. Além disso, a proporção entre mulheres asiáticas, de apenas 60% de proteção adequada, chamou atenção.

O estudo cita que a falta de representação da anatomia feminina representa uma incoerência na área, considerando que – de acordo com estimativas das maiores autoridades sanitárias do mundo – as mulheres representam dois terços do total de trabalhadores na saúde.

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Fonte: IG SAÚDE

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Momento Saúde

Estudo encontra gene responsável por resposta imune à Covid-19 na América do Sul

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Gene pode ser chave para a criação de vacinas voltadas para a região

Uma pesquisa com participaçao da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da USP encontrou os primeiros registros dos genes HLA na América do Sul. O gene é importante por expor o novo coronavírus (Sars-CoV-2) às células de defesa do corpo, sendo fundamental no desenvolvimento de vacinas.

O estudo foi feito a partir de um banco de informações genéticas da população, o que ampliou a base de dados genética do grupo. Assim, os pesquisadores mapearam áreas do vírus que podem ser mais vulneráveis aos genes HLA. Caso aplicada, a pesquisa pode facilitar diagnósticos e kits de vacinas específicas para a região.

Ao jornal da USP, o geneticista e biotecnólogo Ruy Diego Chacón afirmou que a base de dados sobre os genes HLA mais usada no mundo, a Allele Frquency Database, não possui informações aprofundadas sobre o continente sulamericano. “Para atender essa limitação, fizemos um levantamento de mais de 2.000 estudos genéticos e geramos informações atualizadas e mais representativas sobre as variações dos genes mais comuns nos países da região”, afirmou.

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Fonte: IG SAÚDE

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