A população de seis municípios mineiros passa a contar com Centros de Convivência (CECOs) habilitados pelo Ministério da Saúde para fortalecer a rede de saúde mental do Sistema Único de Saúde (SUS). Os serviços, que já eram oferecidos pelas prefeituras municipais, agora recebem habilitação federal, garantindo recursos para complementar seu custeio e ampliar as ações desenvolvidas. Com a habilitação, a unidades receberão, juntas, um aporte anual de R$ 2,7 milhões para a manutenção de atividades de convivência comunitária que promovem saúde mental por meio de arte, cultura, lazer e geração de renda.
Foram habilitados Centros de Convivência nos municípios de Betim, Boa Esperança, Contagem, Curvelo, Uberlândia e Virgolândia. As unidades fazem parte das oito primeiras do país receber recursos do Ministério da Saúde para fortalecer as ações da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS). Além de Minas Gerais, forma contemplados serviços em Santa Catarina e Rio de Janeiro. Juntas, elas receberão R$ 3,6 milhões por ano para custeio.
A habilitação foi oficializada por meio das Portarias GM/MS nº 12.016 e GM/MS nº 12.013, de 23 de julho de 2026, publicadas no Diário Oficial da União (DOU).
“Os Centros de Convivência já fazem parte da Rede de Atenção Psicossocial há muitos anos e demonstram, na prática, sua potência na promoção da saúde mental, da cidadania e da inclusão social. Com a habilitação e o financiamento federal fortalecemos uma estratégia fundamental para a reabilitação psicossocial e para a construção de vínculos comunitários”, afirma o diretor do Departamento de Saúde Mental, Álcool e Outras Drogas do Ministério da Saúde, Marcelo Kimati.
Espaço promove inclusão e fortalecimento de laços sociais
Os Centros de Convivência são espaços comunitários voltados ao fortalecimento de laços sociais, à promoção da cidadania e ao protagonismo dos participantes. Neles, a população em geral pode participar de atividades de convivência, cultura, esporte, lazer e economia solidária que favorecem a inclusão social, a ampliação da circulação nos territórios e a construção de vínculos comunitários.
Entre as iniciativas desenvolvidas nos CECOs estão ações relacionadas à arte, cultura, comunicação, esporte, lazer, economia solidária, comercialização e formalização de empreendimentos. As atividades estimulam a participação social, o protagonismo e a troca de saberes entre os conviventes, que podem atuar tanto como aprendizes quanto como multiplicadores de conhecimentos. Além de fortalecer vínculos comunitários, os espaços contribuem para que os participantes reconheçam suas potencialidades e ampliem suas possibilidades de inclusão social e de geração de renda por meio de iniciativas como artesanato, culinária e outros empreendimentos coletivos.
Ministério da Saúde
Fonte: Ministério da Saúde






























