Momento Saúde

Ministro afirma não ter restrição ao uso de medicamentos à base de maconha

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folha de maconha
Maj. Will Cox/ Georgia Army National Guard

Medicamentos à base de maconha devem ser entregues pelo SUS, afirma Pazuello


O ministro interino da Saúde, Eduardo Pazuello, afirmou que nem a pasta e nem o Sistema Único de Saúde (SUS) possuem restrições quanto ao uso de medicamentos à base de maconha , como o canabidiol , caso os resultados sejam positivos para quem fizer o tratamento.


A fala foi feita no lançamento do programa Ações de Educação em Saúde em Defesa da Vida, que aconteceu nesta quinta-feira (10). O Congresso Nacional começou a discutir projeto de lei que permite que maconha seja plantada no Brasil, desde que para fins medicinais.

“No SUS (Sistema Único de Saúde) não há nenhuma restrição ao medicamento. Não posso deixar de colocar também que o ministério se posiciona dessa forma”, disse o ministro. “Se é necessário esse medicamento, que tenham certificações e sejam fornecido naturalmente pelo SUS”, acrescentou.

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A pasta afirmou ainda hoje em coletiva que o fitoterápico Canabidiol Prati-Donaduzzi está sob processo de avaliação.

O projeto de lei visa a permissão de empresas farmacêuticas e pesquisadores a cultivar semestes da planta, que terão apenas 1% de THC. A proposta invalidaria a Lei 11.343/06, que compõe o Sistema Nacional de Políticas Públicas sobre Drogas.

“A gente espera um marco novo de regulação da cannabis no Brasil. É um projeto que está muito seguro e que tem consistência muito boa para ser um marco nesse país”, disse Luciano Ducci (PSB-PR), deputado relator do projeto.

Neste ano, ficou autorizada a venda de produtos farmacêuticos a base de maconha desde que seu uso seja comprovado por laudo médico. Os medicamentos seguem os critérios da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Fonte: IG SAÚDE

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Momento Saúde

Brasil adere a aliança para aceleração da vacina contra a covid-19

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O governo federal anunciou nesta quinta-feira (24) a adesão ao Instrumento de Acesso Global de Vacinas Covid-19 (Covax Facility), ação administrada pela Aliança Gavi e a liberação de cerca de R$ 2,5 bilhões para viabilizar o ingresso do Brasil nesta iniciativa.

Segundo o governo, os países são convidados a participar do grupo e poderão se beneficiar, ao ter garantido o acesso ao fornecimento das vacinas disponibilizadas por meio da Covax Facility. Dessa forma, espera-se que o Brasil possa comprar imunizantes para garantir a proteção de 10% da população até o final de 2021, o que permite atender populações consideradas prioritárias.

A adesão permitirá o acesso ao portfólio de nove vacinas em desenvolvimento, além de outras em análise. Com a diversificação de possíveis fornecedores, aumentam as chances de acesso da população brasileira à vacina no menor tempo possível. Caberá à Covax Facility negociar com os fabricantes o acesso às doses das vacinas em volumes especificados, os cronogramas de entrega e os preços.

A Covax Facility é uma aliança internacional da Organização Mundial de Saúde (OMS), Gavi Alliance e da Coalition for Epidemic Preparedeness Innovations (CEPI), que tem como principal objetivo acelerar o desenvolvimento e a fabricação de vacinas contra a covid-19 a partir da alocação global de recursos para que todos os países aderentes à iniciativa tenham acesso igualitário à imunização.

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De acordo com Palácio do Planalto, a iniciativa não impede que o país realize acordos bilaterais com outras empresas biofarmacêuticas produtoras de vacinas contra a covid-19 que não estejam contempladas pela iniciativa global. Também não ficam impedidas iniciativas já realizadas pelo Brasil com as biofarmacêuticas que fazem parte da iniciativa global.

Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Saúde

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