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Ministro da Saúde lamenta marca de 500 mil vítimas da Covid-19

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Marcelo Queiroga, ministro da Saúde, lamenta marca de meio milhão de mortos pela Covid-19
Tony Winston/MS

Marcelo Queiroga, ministro da Saúde, lamenta marca de meio milhão de mortos pela Covid-19

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga , divulgou, via redes sociais, uma nota na qual lamenta a morte de meio milhão de brasileiros por conta da covid-19. A expectativa é de que esse número seja anunciado ainda hoje (19) em balanço a ser divulgado pela pasta.

Em sua conta no Twitter, Queiroga diz prestar solidariedade a cada pai, mãe, amigos e parentes, que perderam seus entes queridos.

“500 mil vidas perdidas pela pandemia que afeta o nosso Brasil e todo o mundo. Trabalho incansavelmente para vacinar todos os brasileiros no menor tempo possível e mudar esse cenário que nos assola há mais de um ano”, disse o ministro. “Presto minha solidariedade a cada pai, mãe, amigos e parentes, que perderam seus entes queridos”, completou, na rede social. 

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Fonte: IG SAÚDE

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Covid-19: quem escolher vacina na cidade de SP vai para o fim da fila

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O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, sancionou uma lei, aprovada pela Câmara Municipal, que vai colocar no final da fila a pessoa que se recusar a tomar a vacina contra a covid-19 que esteja disponível no posto de saúde. Com isso, os chamados “sommeliers de vacina”, ou seja, as pessoas que ficam escolhendo qual marca de vacina tomar, só poderão tomar a primeira dose após a imunização dos demais grupos. A lei passa a valer hoje (27).

“Aquele que for retirado do cronograma de vacinação por recusa do imunizante será incluído novamente na programação após o término da vacinação dos demais grupos previamente estabelecidos”, diz o texto da lei.

A determinação foi publicada no Diário Oficial da cidade de São Paulo de hoje (27) e vai incluir também os interessados pela xepa, ou seja, pessoas que se cadastraram na lista de espera para tomar as sobras de imunizantes. Se os cadastrados na xepa se recusarem a tomar a vacina por causa da marca irão para o fim da fila. As exceções são apenas para gestantes e puérperas e para aqueles que tiverem comorbidade comprovada por recomendação médica.

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Aqueles que recusarem o imunizante que estiver disponível no posto terão que assinar um termo de recusa, que será anexado ao seu cadastro único na rede municipal de saúde. Com isso, o paciente fica impedido de procurar vacina em outros locais.

Diversas outras cidades do estado também tem adotado medidas para tentar impedir a escolha de imunizantes. Uma delas é São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo, que começou a aplicar essa medida no início de julho.

Edição: Lílian Beraldo

Fonte: EBC Saúde

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