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Mortes por Covid-19 no Brasil passam de 122 mil; casos são quase 4 milhões

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Sepultamentos no Cemitério Nossa Senhora Aparecida
Alex Pazuello/Semcom

Apesar de estar com os números estabilizados, o Brasil é o segundo país do mundo mais atingido pela Covid-19

O Brasil registrou mais 1.215 mortes causadas pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2) nas últimas 24 horas, fazendo o total subir para 122.596, segundo balanço divulgado nesta terça-feira (1º) pelo Ministério da Saúde. A alta corresponde a um crescimento de 1%.

De acordo com a pasta, os novos casos confirmados de Covid-19 são 42.659, totalizando 3.950.931. O aumento foi de 1,1%. Já a taxa de letalidade ficou em 3,1%.

As informações do Ministério da Saúde são coletadas diretamente com as Secretarias Estaduais de Saúde. Os dados incluem pessoas sintomáticas e assintomáticas, o que significa dizer que, nesse último caso, são pacientes que foram ou estão infectadas, mas não apresentaram sintomas da doença.

Tabelas de mortes e casos confirmados da Covid-19 no Brasil
Divulgação/Ministério da Saúde

Tabelas de mortes e casos confirmados da Covid-19 no Brasil

Na segunda-feira (31), o número de óbitos era 121.381, enquanto o de pessoas com a doença era de 3.908.272.

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São Paulo continua sendo o estado que tem mais mortes, com 814.375 das 122.596 ocorrências. A letalidade é de 3,7% no estado. Em segundo lugar vem o Rio de Janeiro, com 16.217 mortes e letalidade de 7,2%.

No quadro de casos confirmados, São Paulo também lidera a lista. O estado tem 814.375 pessoas infectadas pelo coronavírus. Em segundo lugar vem a Bahia, com 259.418 vítimas de contaminação, sendo seguido por Rio de Janeiro (226.800), Ceará (218.781) e Minas Gerais (216.333).

O estado menos afetado é o Acre, que tem registro de 616 mortes e soma 24.840 casos confirmados de contaminações pelo novo coronavírus desde o início da pandemia.

Ainda segundo o Ministério da Saúde, 669.239 pacientes com Covid-19 estão em acompanhamento, 3.159.096 estão recuperados e 2.690 óbitos ainda estão em investigação.

Fonte: IG SAÚDE

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Vítimas recentes da dengue podem ter imunidade contra a Covid-19

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Mosquito transmissor da dengue
Venilton Kuchler / ANPr

Mosquito transmissor da dengue

Um estudo preliminar do cientista brasileiro Miguel Nicolelis, professor catedrático da Universidade Duke, na Carolina do Norte, mostra que lugares onde parte da população teve cass recentes de dengue demoraram mais para que fosse registrada a transmissão comunitária do novo coronavírus (Sars-CoV-2), responsável por causar a Covid-19.

A pesquisa ainda não passou pela revisão dos pares nem foi publicada em uma revista científica, mas indica que existe uma possível interação imunológica entre o vírus causador da Covid-19 e do da dengue.

Desde o início da pandemia, Nicolelis se dedica a estudar o comportamento do novo coronavírus no Brasil. Ainda de acordo com a pesquisa, há a possibilidade de que vacinas aprovadas ou em desenvolvimento para a dengue possam provocar alguma forma de proteção contra o novo coronavírus.

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“Essa descoberta surpreendente levanta a intrigante possibilidade de uma reação cruzada entre o vírus da dengue e o SARS-CoV-2. Se comprovada correta em futuros estudos, esta hipótese pode significar que a infecção pela dengue ou uma eventual imunização com uma vacina eficaz e segura para dengue poderia produzir algum tipo de proteção imunológica para SARS-CoV-2, antes de uma vacina para SARS-CoV-2 se tornar disponível”, diz um trecho do estudo.

Em entrevista à agência de notícias Reuters, o pesquisador disse que já existem trabalhos mostrando que algumas pessoas que testam positivo para o novo coronavírus não tem o vírus no organismo, o que sugere que essas pessoas produzem um anticorpo que age nas duas doenças.

“Isso indica que existe uma interação imunológica entre os dois vírus que ninguém poderia esperar, porque os dois vírus são de famílias completamente diferentes”, afirmou.

Fonte: IG SAÚDE

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