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OMS convoca reunião de emergência para tratar sobre novas variantes da Covid-19

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OMS convoca reunião de emergência sobre mutações da Covid-19

O comitê de emergências da Organização Mundial de Saúde (OMS) marcou uma reunião de emergência para esta quinta-feira (14) para discutir o surgimento de novas variantes do coronavírus e para tratar das infecções pela nova cepa ao redor do mundo.

A reunião costuma ocorrer a cada três meses, mas foi antecipada em duas semanas pelo diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus. Segundo comunicado publicado pela entidade, Adhanom adiantou o encontro “por considerar questões que precisam de discussão urgente”.

Variante

As novas variantes da Covid-19,  com origem na África do Sul e no Reino Unido, se espalharam rapidamente ao redor do mundo. Apesar de não haver evidências de que elas sejam mais agressivas, estudos mostram que são mais contagiosas do que o vírus original.

A preocupação da OMS é com a possibilidade das mutações prejudicarem a eficácia das vacinas usadas no combate à Covid-19.

Desde o início da pandemia, 92.452.684 pessoas já foram diagnosticadas com o vírus no mundo e 1.980.885 morreram em decorrência da doença.

Fonte: IG SAÚDE

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Anvisa rejeita documentos para uso emergencial da vacina Sputnik V, da Rússia

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Divulgação/Sputnik Vaccine

Anvisa rejeita documentos para uso emergencial da vacina Sputnik V, da Rússia

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou, neste sábado (16), que rejeitou os documentos apresentados pelo laboratório União Química que solicitavam a aprovação para o emergencial da vacina  Sputnik V, no Brasil. De acordo com o órgão, as informações não cumpriram os requisitos para aprovação e análise. 

“A solicitação foi restituído à empresa por não atender os critérios mínimos, especialmente pela falta de autorização para a condução dos ensaios clínicos fase 3, a condução em andamento no país e questões relativas às boas práticas de fabricação”, diz um dos trechos da nota.

A Anvisa ressaltou ainda que, além do pedido de autorização de estudo clínico na fase 3, é necessário que os estudos estejam em andamento no Brasil.

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“Um pedido de autorização de uso emergencial para a Anvisa deve incluir estratégias que serão implementadas pela requerente de forma a garantir que os ensaios clínicos em andamento da vacina sejam capazes de avaliar a segurança e a eficácia a longo prazo”.

Leia Também:  Pazuello afirma para prefeitos que vacinação pode começar na próxima quarta (20)

Testes no Brasil 

A solicitação fazer os testes com o imunizante no país foi feito em 31 de dezembro. Durante o processo de análise, a Anvisa identificou a ausência de documentos e pediu para que o laboratório apresentasse as informações.

No dia 6 de janeiro, de acordo com a agência, a empresa teria respondido que “tão logo consiga cumprir com a exigência farei os apontamentos para tornar a análise mais célere.”

Fonte: IG SAÚDE

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