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OMS pede que países mantenham fronteiras abertas com a África

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OMS pede que fronteiras sigam abertas
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OMS pede que fronteiras sigam abertas

A Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou um comunicado neste domingo (28) pedindo para que os países mantenham as fronteiras com a África abertas. De acordo com a entidade, “as restrições de viagens podem desempenhar um papel na redução leve da disseminação de Covid-19, mas representam um grande fardo para vidas e meios de subsistência”.

O órgão pediu para que, caso as restrições sejam aplicadas, elas “não devem ser desnecessariamente invasivas ou intrusivas, e devem ter base científica”. A OMS justificou que a variante ômicron do novo coronavírus já foi detectada em outros países, o que torna injusto o fechamento das fronteiras apenas com nações africanas. “A proibição de voos foi imposta aos países da África Austral, mas até agora apenas dois detectaram a nova variante. Enquanto isso, países em outras regiões relataram casos de Omicron”, diz o comunicado.

“Com a variante ômicron agora detectada em várias regiões do mundo, colocar em prática proibições de viagens que visam a África ataca a solidariedade global. A Covid-19 constantemente explora nossas divisões. Só tiraremos o melhor do vírus se trabalharmos juntos para encontrar soluções”, disse o Dr. Matshidiso Moeti, Diretor Regional da OMS para a África.

Além de pedir pela abertura das fronteiras, a OMS ainda elogiou “a velocidade e transparência dos governos da África do Sul e do Botswana em informar o mundo sobre a nova variante”. “A OMS está ao lado dos países africanos que tiveram a coragem de compartilhar corajosamente informações de saúde pública que salvam vidas, ajudando a proteger o mundo contra a disseminação da Covid-19”, disse Moeti.

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A entidade afirmou que está pedindo para que os países aumentem os esforços em rastrear a variante ômicron, realizando mais testes. Também neste domingo, a OMS havia declarado que é possível que a nova variante aumente as chances de reinfecção por Covid-19 .

Fonte: IG SAÚDE

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Covid-19: Internação de crianças e adolescentes sobe 61% em SP

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Covid-19: Internação de crianças e adolescentes sobe 61% em SP
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Covid-19: Internação de crianças e adolescentes sobe 61% em SP

A internação de crianças e adolescentes em Unidades de Terapia Intensivo (UTI), devido à  Covid-19, aumentou 61% nos últimos dois meses. Segundo o governo do estado, em 15 de novembro de 2021 haviam 106 crianças em UTI.

Na última segunda-feira, o número já chegava a 171 crianças e adolescentes de até 18 anos internadas em estado grave, em leitos de terapia intensiva.

“Esse aumento mostra a necessidade de acelerar a vacinação nesta faixa etária”, afirmou o governador João Doria, em coletiva realizada nesta quarta-feira.

A expectativa do governo de São Paulo é que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) libere a aplicação da vacina CoronaVac para crianças e adolescentes de 3 anos a 17 anos de idade amanhã, quinta-feira, numa reunião que começa às 10 horas da manhã. Doria prometeu iniciar a vacinação com Coronavac imediatamente, 15 minutos depois da liberação pela Anvisa.

Dimas Covas, presidente do Instituto Butantan, que fabrica a CoronaVac, informou que o laboratório já tem 15 milhões de doses prontas para aplicação em crianças e adolescentes, das quais 10 milhões deverão ser aplicadas nos 645 municípios do estado.

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As doses de CoronaVac também poderão ser negociadas com o governo federal, caso o Ministério da Saúde solicite, ou com governos de outros estados.

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Por enquanto, o governo federal liberou apenas 10% da quantidade necessária para vacinação da faixa etária entre 5 a 11 anos de idade, produzidas pela Pfizer, em todo o país.

“A CoronaVac tem o melhor perfil de segurança para essa faixa etária. É absolutamente segura e temos confiança que a Anvisa deverá aprovar”, disse Covas.

Coordenadora do programa de vacinação em São Paulo, Regiane de Paula informou que, tendo vacina disponível, os municípios terão condições de aplicar 250 mil doses de vacina diariamente.


Caso seja aprovada, a vacina produzida pelo Butantan poderá imunizar crianças com idade a partir de 3 anos de idade. O uso depende, porém, do aval da Anvisa. No caso da Pfizer, já adotada pelo governo federal, a vacina pode ser aplicada em crianças a partir de 5 anos.

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São Paulo tem hoje 2.842 pessoas internadas em UTI. Apesar do aumento ocorrido a partir do início do ano, o número de internações ainda está bem abaixo dos períodos de pico – 6.500 na primeira onda e 13.150 na segunda onda.

Fonte: IG SAÚDE

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